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29 de setembro de 2014

DEBATE DA RECORD: O “ESQUENTA” PARA O DA GLOBO. OU: O MUDANCISTA, A REACIONÁRIA E A PERSEGUIDA


O debate deste domingo à noite na TV Record entre os presidenciáveis foi só um “esquenta” para o encontro final, daqui a quatro dias, quando a Globo realiza o último embate antes do primeiro turno. As estratégias estão delineadas. A presidente Dilma Rousseff, do PT, que lidera as pesquisas, não vai conseguir se livrar do tema Petrobras — nem se livrar nem responder coisa com coisa. A exemplo do que se viu ontem, quando confrontada com os escândalos na estatal, a petista tem como resposta o ataque, despropositado como sempre e ancorado numa falsidade: os adversários criticariam a roubalheira na empresa porque estariam querendo privatizá-la, e ela teria feito tudo o que estava a seu alcance para combater os malfeitores. Nem uma coisa nem outra são verdadeiras.

Contra Marina, Dilma encontrou uma arma que se sustenta em fatos, sim. A presidenciável do PSB, com efeito, quando parlamentar, votou contra a criação da CPMF no governo FHC, embora diga por aí ter votado a favor — uma inverdade tola, que só lhe custa desgaste. Dilma a cobrou no ar por isso. A peessebista poderia ter respondido que seguiu a orientação do PT — afinal, o partido votava sistematicamente contra todas as propostas do governo tucano. Mas tentou lá engrolar umas desculpas e acabou se dizendo perseguida pelo jogo bruto dos adversários. Ficou na defensiva. Foi a sua pior atuação. Parece que o jogo pesado alterou um tanto o seu equilíbrio.

O tucano Aécio Neves, como se viu, usou a Petrobras contra Dilma, levou como troco a pecha de privatista — o que é sabidamente falso — e voltou a questionar a coerência de Marina, como vem fazendo. De longe, foi o que teve o melhor desempenho no debate. Repetidas as performances da noite deste domingo na Globo, é possível que haja uma mudança no cenário? Vamos ver.

As estratégias estão estabelecidas. Aécio passou a falar em nome de uma real mudança do país, o que não aconteceria nem com Dilma — que seria o continuísmo com continuidade — nem com Marina, a continuidade sem continuísmo. Dilma abraçou definitivamente a perspectiva reacionária e agora fala em nome do medo: quer que os brasileiros temam um tucano privatista (que não existe; como lembrou o candidato, foi o PT quem privatizou a Petrobras) e alerta para o risco Marina, que estaria sempre mudando de posição. A candidata do PSB por sua vez evoca a sua retidão moral — diz ter mudado de partido para não mudar de lado — e tenta se colocar como a boa vítima dos maus. Neste domingo, essa personagem ficou meio sem lugar no embate. Será preciso voltar à prancheta.



Por Reinaldo Azevedo

Segunda-feira, 29 de setembro, 2014


27 de setembro de 2014

PETROLÃO PARA TODOS: SE O ESQUEMA IRRIGOU TANTOS COMPANHEIROS NOS ÚLTIMOS 12 ANOS, IMAGINE NO PRÉ-SAL. NINGUÉM MAIS VAI PRECISAR TRABALHAR


Dilma sobe nas pesquisas, a bolsa despenca, e lá vêm os gigolôs da bondade denunciar a trama capitalista contra o governo do povo. Mas o que dizer então da bolsa eleitoral? Quanto mais apodrece o escândalo da Petrobras, mais Dilma se recupera nas pesquisas. Será que o eleitor está querendo virar sócio do petrolão?

Só pode ser. O espetáculo da orgia na maior empresa brasileira chegou ao auge com a delação premiada do ex-diretor Paulo Roberto Costa. Em ação raríssima entre os oprimidos profissionais, o réu decidiu abrir o bico. Talvez tenha aprendido com a maldição de Valério — que demorou a soltar a língua, e de repente a quadrilha (desculpe, ministro Barroso) já estava em cana. E seu silêncio não valia mais nada. Diferentemente do operador do mensalão, o despachante do petrolão não quer mofar. E saiu entregando os comparsas.


Apontou duas outras diretorias da Petrobras como centrais da tramoia, dando os nomes dos seus titulares — indicados, que surpresa, pela cúpula do PT. Isso em plena corrida presidencial. Então a candidata petista está ferida de morte, concluiria um marciano recém-chegado à Terra. Não, senhor marciano: após o vazamento da delação, a candidata do PT subiu nas pesquisas.


Ora, não resta outra conclusão possível: o eleitor quer entrar na farra do petrolão. Está vendo quantos aliados de Dilma encheram os bolsos com o duto aberto na Petrobras, e deve estar achando que alguma hora vai sobrar um qualquer para ele. É compreensível. Se o esquema irrigou tantos companheiros nos últimos 12 anos, imagine quando a prospecção chegar ao pré-sal. Ninguém mais vai precisar trabalhar (a não ser os reacionários que não cultivarem as relações certas). É o show da brasilidade. O operador do petrolão é colocado no cargo no segundo ano do governo Lula, indicado por um amigo do rei já lambuzado pelo mensalão. No tal cargo — a Diretoria de Abastecimento da Petrobras —, ele centraliza um esquema bilionário de corrupção, que floresce viçoso à sombra de três mandatos petistas. A exemplo do mensalão, já se sabe que o petrolão contemplava a base aliada do governo popular. E quase 40% dos brasileiros estão dizendo que votarão exatamente na candidata desse governo lambuzado de petróleo roubado.


Mas os progressistas continuam sentenciando, triunfais: o Brasil jamais será o mesmo depois das manifestações de junho de 2013. Nesse Brasil revolucionário, cheio de cidadãos incendiados de bravura cívica, a CPI da Petrobras, coitada, agoniza em praça pública. Sobrevive a cada semana, a duras penas, com mais um par de manchetes da imprensa burguesa e golpista, que insiste em sabotar o programa do PT (Petrolão para Todos). Tudo em vão. Com uma opinião pública dessas, talvez os companheiros possam até desistir do seu plano chavista de controle da imprensa: o assalto à Petrobras não faz nem cócegas no cenário eleitoral. Contando, ninguém acredita.


O marciano está tonto. Pergunta, angustiado, que fim levou o escândalo da Wikipédia. Tinham dito a ele que dois jornalistas influentes — da teimosa parcela dos que não se venderam ao governo popular — tiveram seus perfis adulterados com graves difamações, e que isso fora feito de dentro do Palácio do Planalto. Agora informam-no que o selvagem da Wikipédia, outra surpresa, é filiado ao PT. E funcionário do Ministério das Relações Institucionais de Dilma. O inocente ser de Marte pergunta, já com falta de ar, o que a presidente da República está fazendo para provar que o espião não está seguindo diretrizes da cúpula do governo.

A resposta faz o marciano desmaiar: nada. Dilma Rousseff não precisou fazer absolutamente nada para provar que o criminoso palaciano não seguiu ordens superiores. Apesar da folha corrida do PT na arte de montar dossiês e traficar informações sobre adversários, o Brasil deixou por isso mesmo. Como também tinha deixado a combinação de perguntas e respostas na CPI da Petrobras, com participação do mesmo Ministério das Relações Institucionais. Nem uma passeata, nem uma ruazinha fechada, nem um cartaz, nem uma queixa no Twitter. Os brasileiros abençoaram a guerra suja do PT para ficar no poder.

O Brasil está louco para virar Argentina. Assistiu chupando dedo à tentativa de golpe no IBGE, com a tentativa de interrupção da pesquisa de emprego. Agora o mesmo IBGE, de forma inédita, apresenta seus indicadores anuais e desmente os dados no dia seguinte. Como até o marciano sabe, a companheira Kirchner adestrou o IBGE de lá, que passou a fazer música para os ouvidos do governo. O PT segue firme nessa escola, com sua já famosa maquiagem contábil, que acaba de raspar o Fundo Soberano para ajudar a fechar a conta da farra.

O eleitor está certo: vamos reeleger Dilma. Assim chegará o dia em que não apenas a elite vermelha, mas todo brasileiro terá direito à propina própria. Chega de desigualdade.

Guilherme Fiuza

Sábado, 27 de setembro, 2014


DATAFOLHA: CAMPANHA SUJA DO PT AJUDA DILMA A ABRIR VANTAGEM NO 1º TURNO; NO 2º, PETISTA E MARINA SEGUEM EM EMPATE TÉCNICO




Pesquisa Datafolha

Segundo Pesquisa Datafolha divulgada há pouco pela TV Folha, a situação de Dilma Rousseff na disputa melhorou consideravelmente. Se a eleição fosse hoje, a candidata do PT teria 40% das intenções de voto. Marina Silva, do PSB, aparece com 27%. O tucano Aécio Neves tem 18%. Há uma semana, esses números eram, respectivamente, 37%%, 30% e 17%; há 15 dias, 36%, 33% e 15%. Assim, no intervalo de duas semanas, Dilma ganhou quatro pontos, Marina perdeu seis, e Aécio ganhou três. Descontados os brancos e nulos, a petista tem 45% dos votos válidos; a peessebista, 31%, e o tucano, 21%. O Datafolha informa que a principal alteração no quadro se deu no Nordeste: em uma semana, a presidente ganhou seis pontos na região, e a candidata do PSB perdeu 9. Parece que o terrorismo petista está surtindo efeito por lá.

No segundo turno, embora tenha havido uma troca de posições na liderança, a disputa segue tecnicamente empatada: Dilma aparece com 47% das intenções de voto (há uma semana, tinha 44%); Marina tem 43% — 46% na pesquisa passada. Quando computados os votos válidos, a petista tem 52%, e a peessebista, 48%. Trata-se de um empate técnico, já que dentro da margem de erro.

O QUE EU ACHO
É evidente que, quando se olha a trajetória dos votos, Dilma está em ascensão, e Marina, em declínio. A pergunta óbvia é esta: faz sentido que assim seja? Faz. O PT mobilizou a sua máquina para demonizar a candidata do PSB com uma violência como raramente se viu.

Na televisão, o embate é absolutamente desigual: mais de 11 minutos contra 2 minutos. O PSB, neste momento, tem pouco a fazer. O seu principal canal para falar com o público é o horário eleitoral. O negócio será torcer para estancar o crescimento de Dilma, evitando que ela ganhe ainda no primeiro turno — isso poderia acontecer se atingisse 45% ou 46% dos votos. Havendo o segundo, aí, como se percebe, a situação segue indefinida.

Numa eventual segunda etapa, Marina terá um ativo de que não dispõe hoje: tempo na TV para se defender e para atacar também. Insisto numa conta que considero relevante: na semana anterior ao início do horário eleitoral, Dilma tinha 36% dos votos — agora, tem 40%. Está dentro da margem de erro. Marina tinha 21% e, na pesquisa de hoje, 27%; Aécio marcava 20% e, desta vez, surge com 18%. O latifúndio petista na TV não deu o resultado esperado. Isso faz supor que, com tempos iguais, Marina, potencialmente, tenha mais a ganhar do que Dilma. A situação da petista melhorou, e a da peessebista piorou, isso é evidente. Mas o fato não é surpreendente.  Se querem saber, reitero, o que chega a surpreender é a resistência de Marina. O PT pode comemorar com discrição. É cedo para o foguetório.

Por Reinaldo Azevedo


Sexta-feira, 26 de setembro, 2014

AGORA É JIRIBITA !


26 de setembro de 2014

MARINA DEU NOME À FILHA EM HOMENAGEM A LULA

Mais do que as querelas políticas, a relação de Marina e Luiz Inácio Lula, ela Silva, e ele da Silva, me comove nessa campanha eleitoral. Imagino que não seja fácil nem para um nem para o outro. Cada um batalha pelo seu _ela por si mesma, ele por Dilma. Mas não há como apagar o que viveram juntos.
Há semanas, desde uma mudança de mais de 80 caixas, eu reorganizo livros e arquivos. Em meio à bagunça que vai sendo derrotada com persistência, dei com velhas reportagens sobre Marina. Uma delas saiu no falecido “Jornal do Brasil'', edição de 30 de outubro de 1990. Intitula-se “Deputada mais votada do Acre teve vida dura nos seringais''.
Ricardo Kotscho, um dos maiores repórteres brasileiros, assina o perfil. Recém-eleita para a Assembleia Legislativa do seu Estado, a então petista Marina contou a Kotscho que sua filha Moara nascera em meio à campanha presidencial do ano anterior, quando Fernando Collor venceu Lula. A mãe contou por que batizou a filha com um nome tão bonito: “Dei esse nome, que em tupi-guarani significa liberdade, em homenagem ao Lula. Viajei de teco-teco até o oitavo mês de gravidez para fazer a campanha dele''.
Tempo, tempo, tempo…
Mário Magalhães
Sexta-feira, 26 de setembro, 2014


COM IDENTIFICAÇÃO BIOMÉTRICA, ELEITORES PODEM DEMORAR MAIS TEMPO PARA VOTAR


Pelo menos 15% dos eleitores devem demorar mais tempo para escolher seus candidatos nas urnas este ano. Nas eleições que ocorrerão em dez dias, mais de 21 milhões de brasileiros usarão a biometria para se identificar.

No Distrito Federal (DF), onde todos os eleitores serão identificados pelas digitais, a expectativa é que a votação seja concluída por volta das 19h, duas horas depois do horário oficial de fechamento dos portões das seções.

O assessor de Planejamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Marcello Soutto Mayor, explicou que algumas medidas foram tomadas para minimizar os atrasos, como um número maior de seções. “As seções não estão abarrotadas. Elas têm limite de 400 eleitores para que não haja sobrecarga, e contamos com a abstenção, que sempre tem um percentual que gira em torno de 10% a 15%”, explicou.

Segundo ele, as estratégias apenas minimizam a perda de ritmo do processo. “Claro que não será a mesma coisa. Lógico que, quando se coloca mais um procedimento, fica mais demorado. Isso é esperado por todos nós”, admitiu.

O risco de atrasos também motivou a proibição da entrega de justificativas de votos nas seções eleitorais do DF como ocorria em anos anteriores. “As seções de votação serão somente para votação”, explicou o assessor. Em 2010, pouco mais de 100 mil eleitores justificaram o voto no DF. Este ano, as justificativas serão entregues em postos criados exclusivamente para isso. “Com essa medida, a gente pretende compensar, de certa forma, um possível atraso na votação”, completou.

A experiência de 2010, quando ocorreu o último pleito majoritário para escolha de presidente, governadores, senadores e deputados, mostrou que, pelo novo sistema, cada pessoa gasta, em média, 20 segundos a mais do que os que usam a identificação manual.

Técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estimam que, com as melhorias e os testes feitos desde 2008, cada eleitor deve gastar, este ano, cerca de um minuto e 14 segundos para votar, cinco segundos a mais do que o registrado na última eleição majoritária. O tempo é uma média que considera tanto o sistema convencional como a identificação biométrica e é calculado do momento em que o eleitor se identifica perante o mesário e se dirige à urna até o instante em que confirma o último dos cinco votos - para presidente da República.

Considerando o total de 142 milhões de pessoas que devem votar, a soma desse tempo excedente pode interferir em alguns processos no dia do pleito. Apenas pelo sistema biométrico são 13 milhões de pessoas a mais do que em 2010. Ainda assim, o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, garante que as votações serão encerradas, normalmente, às 17h, como nos anos anteriores, respeitados os fusos horários.

De A Tribuna On-line
Sexta-feira, 26 de setembro, 2014.



25 de setembro de 2014

MARINA SILVA REBATEU ATAQUES DA CAMPANHA DE DILMA ROUSSEFF E DISSE QUE O PT TEM "UMA VISÃO ATRASADA E VELHA DA POLÍTICA"


"Não é correto qualquer governo se apropriar do esforço das pessoas e tentar passar a ideia de que tudo que se conquistou foi porque o governo deu. Isso não educa nem ao governo nem à sociedade. É a visão patrimonialista da Casa Grande e da Senzala", afirmou. "Dia desses ouvi pessoas dizendo que tudo que sou devo a um partido político, como se nada do meu esforço tivesse nenhum significado, inclusive o esforço de ajudar a criar esse partido. Essa é a visão mais atrasada e velha da política", acrescentou, em referência ao PT.
Na chegada ao local, Marina foi levada a uma quadra de basquete, onde tentou acertar a cesta, mas errou três vezes. Terceira presidenciável a visitar a Cufa, ela assistiu também a uma apresentação de dança. Arriscou alguns passinhos timidamente – sua filha Slalom dançou capoeira.


Depois de ouvir à apresentação do livro "Um País chamado Favela", um discurso dos autores Celso Athayde e Renato Meirelles, ela falou a líderes comunitários sobre histórias de sua infância e a importância de ter sonhos. Declarou que chamá-la de "sonhática" é uma forma de constrangê-la: "Sou considerada uma sonhática. Sempre que digo alguma coisa falam: 'mas e de concreto?' É como uma forma de constranger".

'Mentiras' – Mais tarde, Marina também fez comício em uma praça no centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O evento havia sido marcado para a última sexta-feira, mas foi adiado por questões de segurança já que Dilma havia agendado comício a poucos metros do local. Em discurso, Marina voltou a atacar a petista por disputar a eleição com "mentiras". "Quando a pessoa com o cargo mais importante da República se dispõe a mentir, passa uma péssima mensagem aos brasileiros", discursou.

Ela também voltou a cobrar que Dilma e Aécio Neves (PSDB) apresentem seus programas de governo. "Dilma e Aécio deveriam respeitar o povo brasileiro. Dizer como vão fazer para a inflação não voltar", criticou. Marina também voltou a pedir à militância que a defende dos ataques do PT nas redes sociais. "Eles têm milhares de pessoas nas redes sociais para mentir."
A presidenciável do PSB seguiu do Rio de Janeiro para Minas Gerais. De acordo com o candidato a vice, Beto Albuquerque, o objetivo é reforçar, na última semana de campanha antes da eleição, a presença na região Sudeste para recuperar potenciais votos perdidos nas últimas pesquisas eleitorais. "Temos uma estratégia de manter presença forte no Sudeste. Minas Gerais e São Paulo são nossas metas principais."
Daniel Haidar, do Rio de Janeiro


Quinta-feira, 25 de setembro, 2014.

PRODUTORES RURAIS DE ÁGUAS LINDAS SÃO BENEFICIADOS COM O PRONAF

Em Águas Lindas de Goiás, os produtores rurais foram beneficiados por meio da linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar do Governo Federal (Pronaf), graças ao convênio firmado entre a Prefeitura de Águas Lindas e a Emater Goiás.

Segundo o prefeito Hildo do Candango, todo programa que beneficie a comunidade deve ser valorizada. “Nós estamos muito felizes com mais essa conquista para os produtores de nossa cidade. E vamos continuar trabalhando para trazer mais investimentos para Águas Lindas”, concluiu Hildo.

Para o técnico da Emater, Daniel Pereira dos Santos, a Emater no município de Águas Lindas é de fundamental importância para a agricultura familiar, pois viabiliza recursos, elabora projetos de financiamento de investimentos e custeio agrícolas, bem como assistência técnica e extensão rural.

A agricultora familiar, Cleuza Gontijo, comprou no mês de agosto um trator e vários implementos agrícolas, por meio do Pronaf Mais Alimentos. Todos os equipamentos vão ajudá-la a atender suas necessidades relacionadas às atividades agropecuárias.


Saiba mais
O Mais Alimentos Produção Primária é uma linha de crédito do Pronaf que financia investimentos em infraestrutura produtiva da propriedade familiar, que visa modernizar as propriedades rurais. Contempla os seguintes produtos e atividades: açafrão, arroz, cana-de-açúcar, café, centeio, feijão, mandioca, milho, palmácea para produção de palmito, soja, sorgo, trigo, erva-mate, apicultura, aquicultura, avicultura, bovinocultura de corte, bovinocultura de leite, caprinocultura, fruticultura, olericultura, ovinocultura, pesca e suinocultura.

Por meio desta linha de crédito são financiados projetos individuais de até R$ 150 mil e coletivos de até R$ 750 mil, com juros de 2% ao ano, até três anos de carência e até dez anos para pagar.

Da Assessoria de Imprensa da Prefeitura
Fotos: ASCOM

Quinta-feira, 25 de setembro, 2014.


FRANCISCO E GIVALCI RECEBEM O CANDIDATO LUIZ ALBERTO JIRIBITA

Francisco de Assis e sua esposa Givalci, abrem a porta de sua casa para receber o candidato a deputado estadual Luiz Alberto (Jiribita) para uma reunião com amigos, vizinhos e parentes.

Givalci, aproveitou a ocasião para dizer que ‘voto em Luiz Alberto porque conheço o trabalho dele como vice prefeito, e sei da fidelidade que ele dedica ao prefeito Hildo do Candango, é um marido dedicado e um pai presente, por isto também peço a vocês votem neste homem e ajudem Aguas Lindas a ter um deputado honesto e ficha limpa’, concluiu.

Por sua vez o candidato Luiz Alberto (Jiribita), falou do prazer que tem de trabalhar como vice-prefeito, de falar com as pessoas que o procuram e poder atender suas reivindicações, de estar ao lado do prefeito Hildo do Candango, um homem integro que desde que foi eleito só tem buscado melhorias para esta cidade, e disse, agora chegou a minha vez de buscar recursos, quando estiver na câmara legislativa direcionarei todas as emendas que puder para atender os anseios de nosso povo, conto com todos vocês para que isto seja possível, concluiu.
A sub secretária de educação Solange falou, precisamos nos unir, para que nosso candidato Luiz Alberto Jiribita seja eleito com uma votação expressiva, porque ele será a ponte do município de aguas lindas, com a secretaria de educação do estado, para trazer mais escolas e benefícios para nossos alunos.

Quinta-feira, 25 de setembro, 2014.



MARINA: 'NÃO VAMOS NOS AVENTURAR EM POLÍTICA ECONÔMICA'



Ao 'Bom Dia Brasil', ela disse que não mexerá na CLT e que Dilma reduziu credibilidade do país. 'Ela deve resolver angu de caroço em que meteu o Brasil'

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira(25) que a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, tem de “resolver o ‘angu de caroço’ em que colocou o Brasil”. Entrevistada pelo jornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo, ela se referia ao atual cenário econômico do país, com inflação no teto da meta e baixo crescimento, e ao represamento de preços pelo governo federal – reajustes nas tarifas de serviços que têm preços regulados pela União, como energia elétrica, combustíveis e transporte vêm sendo represados desde 2013, mas devem voltar com força no próximo ano, na avaliação de economistas.

Questionada sobre o que faria para sanar esse quadro, Marina afirmou que a primeira providência deve ser tomada pela sociedade brasileira: escolher um presidente que recupere a credibilidade e os investimentos no país, além de assegurar a autonomia do Banco Central e controlar os gastos públicos. Afirmou que o governo gasta de maneira ineficiente e reforçou a proposta de criar o Conselho de Responsabilidade Fiscal. “Boa parte do capital de que o país precisa é intangível: credibilidade, respeito a contratos. Os investidores precisam voltar a investir no Brasil. Para isso é preciso um governo que tenha legitimidade”, afirmou. E prosseguiu, alfinetando Dilma Rousseff: “Não vamos nos aventurar em política econômica. A presidente Dilma e aventurou e agora o país tem baixa credibilidade”.

Marina se comprometeu a não elevar os gastos públicos além do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Questionada acerca do risco da medida para o crescimento, afirmou que pretende cortar os gastos ineficientes. “Cortar gastos não significa não fazer investimentos. Hoje não sabemos o tamanho e a qualidade desse gasto, que é feito de forma maquiada. O céu é o limite para o governo atualmente”, afirmou a candidata. Sobre as divergências entre seus discursos e os de membros da campanha sobre a meta de inflação, Marina afirmou que seu compromisso é o de fixar o teto da meta em 4,5%.

Ela tratou também das questões que têm sido usadas pelo PT na campanha do medo contra sua candidatura. Marina disse que não vai mexer nas leis trabalhistas – e que pretende atualizar o texto, de forma a abranger os trabalhadores hoje na informalidade. “Quando se fala em atualização, é exatamente para manter os direitos já conquistados e ampliar aqueles que os trabalhadores precisam conquistar”, afirmou. Disse ainda que é possível aliar “economia e ecologia”. E que é preciso exigir contrapartidas da indústria na concessão de benefícios fiscais. Reconheceu, porém, que a situação é complexa: “Não se pode criar uma situação de vulnerabilidade. As empresas não podem ficar indefinidamente dependendo do governo, e os empregadores não podem de uma hora para outra perder os incentivos”.

Marina ainda rechaçou a pecha de frágil, mas afirmou ser sim uma pessoa sensível. “Presidente não pode ter emoções?”, questionou. Afirmou que sua história de vida – incluindo cinco malárias, uma leishmaniose e a alfabetização apenas aos 16 anos – não permite questionamentos sobre fragilidade. “Agora, não venha me pedir para não ter emoções”, disse. A candidata do PSB lembrou ainda o choro de Lula na cerimônia de posse de seu primeiro mandato e encerrou: “Líderes que choram não são mais ou menos fracos. Que não se confunda sensibilidade com fraqueza. As pessoas que não se deixam emocionar podem ser muito fracas”.

Por: Carolina Farina


Quinta-feira, 25 de setembro, 2014

24 de setembro de 2014

PEDRO SIMON: "OU ACABAMOS COM A CORRUPÇÃO, OU ELA ACABA COM O BRASIL"



Em discurso contundente ao lado da candidata à presidência da República Marina Silva, o senador Pedro Simon, candidato à reeleição, disse que a corrupção no país, envolvendo o governo, estatais e empreiteiras chegou a um limite intolerável:

- Ou acabamos com a corrupção, ou ela acaba com o Brasil. Estão aí os exemplos danosos, sendo que o mais recente ameaça destruir a empresa mais querida dos brasileiros e símbolo da soberania nacional, a Petrobras -, afirmou o senador, bastante aplaudido pelo ginásio lotado de militantes, que foram terça-feira (23) à noite assistir ao último comício de Marina, em Porto Alegre, antes da eleição.
Em seu discurso, Marina Silva citou Pedro Simon como um dos melhores políticos brasileiros e pediu votos ao senador. "O Brasil precisa de Simon no Senado. Seu prestígio nacional, seu destemor e capacidade de influir nos acontecimentos políticos serão extremamente necessários para o país, nessa hora", disse Marina, acrescentando que "ética e dignidade não envelhecem", referindo-se ao senador. Ela estava acompanhada pelo vice Beto Albuquerque, o candidato ao governo do estado José Ivo Sartori, e seu colega de chapa José Cairolli.

Pedro Simon também fez um balanço histórico das relações de Brasília com o estado e destacou que o Rio Grande do Sul foi um polo de debates da oposição da época da ditadura.

- Agora, chegou a nossa vez, com Marina na presidência, tendo Beto ao lado, Sartori e Cairolli no governo estado teremos os investimentos a que temos direito e um tratamento mais coerente com a nossa história -, afirmou o senador, autor de projeto de lei que determina a compensação ao Rio Grande, por obras de responsabilidade federal realizadas com recursos do estado, nunca ressarcidos. Simon citou como exemplos os recursos aplicados na Aços Finos Piratini e no III Polo Petroquímico.

Jornal do Brasil

Quarta-feira, 24 de setembro, 2014





É, JIRIBITA!


O candidato a deputado estadual Luiz Alberto (Jiribita), participou de um encontro de moradores no setor 15 e 16, o encontro foi na casa do empresário da construção civil Marcos Paulo(Marcão), e contou com a participação de mais de 50 moradores.
 
Luiz Alberto Jiribita falou na ocasião, que se eleito, por ser parceiro e amigo do prefeito Hildo do Candango, haverá um canal direto do estado de Goiás com o município de Aguas Lindas, com isto, trazendo mais investimento para saúde, educação e obras.

‘E disse, não estou na política para fazer negócios pessoais, estou na política por idealismo, e poder lutar pelo povo da cidade que eu escolhi para viver e criar minha família’, finalizou.


Quarta-feira, 24 de setembro, 2014

CANDIDATO JIRBITA AVANÇA NA PREFERÊNCIA DO POVO


O vice-prefeito de Águas Lindas de Goiás, licenciado, candidato a deputado estadual, radialista Luiz Alberto Jiribita vem crescendo a cada dia como postulante ao cargo parlamentar. Apoiado pelo prefeito Hildo do Candango, Jiribita vem intensificando suas visitas às comunidades locais e de municípios circunvizinho.

“O Luiz Alberto é um parceiro em que se pode confiar. Auxilia-me com competência nos afazeres da prefeitura cumprindo com zelo e dedicação a sua função pública”, declarou o prefeito.

A adesão à candidatura de Jiribita tem sido diária: líderes comunitários, associações de classes declaram simpatia ao candidato, além da manifestação permanente de funcionários públicos ao projeto político de Luiz Alberto.

“Nós vamos vencer esta eleição, pois o meu projeto é para o estado de Goiás e especial minha cidade do coração: Águas Lindas”, desabafou Jiribita durante reunião no bairro Alterosa.

Ao serem perguntados sobre a eleição os eleitores de Jiribita usam a seguinte frase: Cai N`água Jiribita, referindo-se ao grito de guerra que sempre acompanhou o radialista vice-prefeito.

Em suas reuniões e eventos cívicos, Jiribita fala de sua intenção em trabalhar ainda mais em favor da população goiana como seu representante na Assembleia Legislativa. O candidato faz questão de frisar que é ficha limpa e vai conduzir o seu mandato com lisura e produtividade traduzidos em projetos importantes para a melhoria de vida da coletividade.
Alberto Pessoa (jornalista)

Quarta-feira, 24 de setembro, 2014


23 de setembro de 2014

RESULTADO DE MARINA NA PESQUISA IBOPE TRAZ ALÍVIO A ALIADOS PESQUISA MOSTROU CANDIDATA COM GRANDES CHANCES DE CHEGAR AO 2º TURNO


O resultado da pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo trouxe “alívio” na coordenação da campanha presidencial de Marina Silva (PSB). Na avaliação dos aliados, a ex-senadora conseguiu resistir aos ataques dos adversários e, na reta final antes do primeiro turno, deve voltar a crescer.

O levantamento divulgado na tarde desta terça-feira, 23, trouxe um cenário de estabilidade no primeiro turno da corrida presidencial. Os dados mostram que Dilma Rousseff (PT) oscilou de 36% para 38%, enquanto Marina passou de 30% para 29% e Aécio Neves (PSDB) se manteve com 19%.

Com os boatos de “derretimento” da candidatura, os aliados de Marina estavam apreensivos e consideraram que a pesquisa trouxe boas notícias: uma oscilação mínima da presidenciável. “A Marina está na margem de erro e isso é maravilhoso. Ela não cai mais”, avaliou Maria Alice Setúbal, uma das coordenadoras do programa de governo do PSB.

João Paulo Capobianco, um dos colaboradores da campanha de Marina, concluiu que a candidata do PSB está reagindo bem aos ataques. “É uma maravilha. Com a máquina toda contra ela e com a onda de boatos, estamos muito bem”, declarou.

Pesquisas internas da campanha indicam que Marina tem chances de voltar a crescer na última semana da campanha, revelou Capobianco. “A estratégia agora é continuar combatendo a desesperança e apresentando o nosso programa de governo”, afirmou.

Para ele, com 10 minutos de programa de TV iguais para as duas candidatas, Marina terá condições de expor detalhes de seu programa de governo, diferentemente de seus adversários. Tanto petista quanto o tucano ainda não apresentaram seus programas de governo. (Daiene Cardoso/Agência Estado)


Terça-feira,23 de setembro, 2014

22 de setembro de 2014

PARA QUEM MIGRARÃO OS VOTOS DE AÉCIO?


A política e a aritmética dispõem de algumas semelhanças. Basta somar para concluir que se Dilma tem 44 e Marina 46, vencerá no segundo turno aquela que receber a maior parte dos 17 dados a Aécio, no primeiro. Não é de hoje que essa situação se caracteriza, mas, com certeza, será a mais fascinante. Repousa nas mãos do derrotado a sorte da vitoriosa.

Claro que a soma de votos nunca foi linear, sujeitando-se ao humor e às preferências do eleitorado, mas parece significativa essa migração. Os aecistas, alijados da disputa deverão decidi-la. Por certo que se dividirão, mas minoritariamente. Uns vão preferir votar em Dilma, outros nos candidatos menores. Alguns, até, votarão em branco ou vão se abster. Mas a massa dos eleitores do senador mineiro seguirá um fluxo.

Qual? É prematuro concluir que Marina já está eleita, tendo em vista a sistemática oposição do PSDB aos governos do PT e até à tentativa de sedução que Marina desenvolve no rumo dos tucanos. Admitiu, até, convocá-los para o seu ministério. Uma das regras clássicas dos processos eleitorais indica que votos não se transferem facilmente. A maioria dos filhos de políticos que agora se candidatam aprenderá a lição, com alguma amargura. Mesmo assim, fica óbvio que os seguidores de Aécio participarão das eleições.

Quem quiser que conclua, mas estamos em plena temporada de caça aos tucanos. Não para levá-los à gaiola ou a panela, mas, pelo contrário, para alimentá-los. Dilma e Marina refluíram em suas agressões ao ex-governador de Minas, mesmo quando ele não poupa nenhuma delas. Ninguém se espante caso a atual presidenta venha a elogiar Fernando Henrique, ou a ex-ministra convide José Serra para um café da manhã.

Há um fator ainda obscuro nessas projeções. Oficialmente o PMDB está com Dilma, menos por dispor do vice-presidente Michel Temer, mais porque a presidente detém a caneta e o poder. Diante da hipótese de Marina ocupar o palácio do Planalto, porém, só como piada se admitirá o partido formando na oposição. Mesmo dizendo-se independente, vai aderir. Sendo assim, como de bobos os peemedebistas não tem nada, parece que algumas pontes já foram lançadas para alcançar a margem onde a ex-ministra do Meio Ambiente montou sua barraca.

Estão com Dilma, não abrem, mas lembram o capítulo final da vida de Voltaire. Durante décadas o genial humanista lutou contra a Igreja, negando a existência de qualquer coisa depois da morte. Em sua hora final, porém, mandou chamar um padre, para confessar seus pecados. Os amigos espantaram-se. Como poderia renegar toda uma luta em defesa da razão? Piscando o olho pela última vez ele explicou: “continuo não acreditando, mas se por acaso eles estiverem certos?” (Carlos Chagas)

Segunda-feira, 22 de setembro, 2014



VANTAGEM CRIMINOSA.


Dilma Rousseff veicula uma campanha milionária. Talvez bilionária. Manda cartas praticamente extorquindo empresários para que façam doações.

É beneficiada por empreiteiros corruptos, aqueles mesmos que montaram o Petrolão da Petrobras. Além disso, usa a máquina pública de forma despudorada. Chega a ser nojento ver aquela figura patética nos seus terninhos de cada cor e no seu passo de aliá surgir todos os dias das profundezas do Alvorada para dar entrevistas arrogantes e desaforadas para a Imprensa chapa-branca que cobre a presidência.

O uso do palácio foi motivo de crítica até mesmo de José Antônio Dias Toffoli, um petista, ex-assessor de José Dirceu, instalado na presidência do Tribunal Superior Eleitoral, onde é a última palavra na eleição em que o PT, ao que tudo indica, será varrido do poder. Ontem, irônica, Dilma respondeu a acusação dizendo que, se não usar o Alvorada, será uma " sem teto".

Com o dinheiro que gasta na sua campanha, poderia ter alugado um imóvel em Brasília, onde separaria o público do privado, onde seria apenas a candidata e não aquele simulacro de Obama rompendo pelo corredor do palácio que é de todos brasileiros, onde ela é apenas a ocupante da vez. Aliás, não há governadores em reeleição como Geraldo Alckmin, Beto Richa ou Marconi Perillo usando residências oficiais para dar entrevistas coletivas. Toffoli chamou o uso do Alvorada de "vantagem indevida".

Poderia ter sido mais duro, como juiz. O que se vê é uma vantagem criminosa.



Segunda-feira,22 de setembro, 2014

O CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL LUIZ ALBERTO JIRIBITA, PARTICIPOU SÁBADO(20/09), DE UMA CARREATA NOS MUNICÍPIOS DE COCALZINHO E CORUMBÁ





A carreata era para o candidato a reeleição ao governo do estado de goiás Marconi Perillo e contou com as presenças do prefeito Hildo do Candango, e vários.


A população de Águas Lindas compareceu com mais de 200 carros, e foi presença marcante na carreata, o candidato a deputado estadual Luiz Alberto Jiribita, ficou muito feliz, e agradeceu muito a todos os participantes o apoio e carinho dado a ele durante esta campanha.



Segunda-feira, 22 de setembro, 2014

O CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL JIRIBITA, PARTICIPOU DE UMA REUNIÃO DE MORADORES NA QUADRA 50 DA CIDADE DO ENTORNO.


A reunião foi organizada pelo vereador Aluizio da Artec, e contou com a presença do secretário de educação Silvério Correa, e a presença de mais de 50 moradores do bairro. O morador Josias e sua esposa, cederam gentilmente sua casa para que a reunião fosse feita, na ocasião o candidato Luiz Alberto Jiribita conversou com moradores, falou do seu trabalho no município como vice prefeito, e de seu compromisso com a população de Águas Lindas. ‘Por onde passa Luiz Alberto ganha a simpatia de todos, as reuniões do nosso candidato tem sido assim, só tem somado apoio de todos que o ouvem’, disse Aluízio.

Segunda-feira, 22 de setembro, 2014 

PREFEITO VISTORIA O INÍCIO DAS OBRAS NO COMPLEXO CAMARGO



O prefeito afirmou que os recursos investidos na região passam dos R$ 54 milhões. “A chegada do asfalto e de toda infraestrutura vão proporcionar além de mais segurança e saúde para a comunidade, vão aumentar o crescimento econômico da região com amplo desenvolvimento comercial”, garantiu Hildo.

Segundo o engenheiro da GAE, Rodolfo Antunes a região também vai receber obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário com a construção da rede coletora, interceptadores, emissários, estações elevatórias, linhas de recalque e pavimentação asfáltica para complementar o saneamento integrado.

Todas estas obras, somadas às dos setores Jardim Pérola I e II, Cidade Jardim e Mansões Village e do Camping Club que está em fase final de avaliação por parte do Ministério das Cidades, juntas serão o maior programa de infraestrutura da história do município.

Saiba mais

Hoje o município de Águas Lindas conta com três canteiros de obras de grande importância para a população das regiões do Camargo e Queda do Descoberto que recebem obras de saneamento complementar do Complexo Santa Lúcia, formado pelos Setor 04, Setor 05, Jardim Querência, Queda do Descoberto e Mansões Camargo. 

Os bairros vão receber: rede coletora de esgoto, galerias de águas pluviais, pavimentação asfáltica, meios-fios bocas de lobo, ligações domiciliares.

Já na Região Morada da Serra formada pelos bairros: Jardim América II, III, IV, V e VI e Parque das Águas Bonitas I, será construído galeria de águas pluviais, pavimentação asfáltica em toda a região e será executada pelo Consórcio Artec e GAE.

Da Assessoria de Imprensa da Prefeitura

Fotos: ASCOM

Segunda-feira, 22 de setembro, 2014



21 de setembro de 2014

JBS: "SÓCIO" DE LULA É O MAIOR DOADOR DA CAMPANHA DA TURMA DA DILMA.


Lula é uma espécie de "sócio honorário" do JBS e de outras empresas que foram beneficiadas com dezenas de bilhões do BNDES, no seu governo, no projeto que os brasileiros pagaram para que o país tivesse grandes empresas transnacionais, líderes globais de mercado. Estas empresas passaram a ter o apoio dos fundos de pensão, compraram outras que faliram justamente por falta dos mesmos empréstimos e se transformaram em grandes doadoras do PT e da base da Dilma. Abaixo, matéria da Folha de São Paulo.

Potência empresarial que despontou no governo Lula como a maior indústria de carnes do mundo, o JBS tornou-se, nesta eleição, o maior financiador de campanhas políticas do país --com doações de R$ 113 milhões até o começo do mês.Dona das marcas Friboi, Seara e Vigor, a empresa deu dinheiro para bancar pelo menos 168 candidatos a deputado federal, 197 a deputado estadual, 12 a governador, 13 a senador e três a presidente, da maior parte dos partidos.

Mas a oposição levou a menor parte. Sócio de empresas e fundos de pensão ligados ao governo nos seus principais negócios, os donos do JBS concentraram 80% das doações nos governistas. O PT recebeu 25% do dinheiro doado e outros 55% foram destinados a sete partidos da base aliada da presidente Dilma Rousseff.

A empresa também lidera, ao lado da construtora OAS, a lista de maiores doadores da campanha à reeleição de Dilma, a quem deu R$ 20 milhões. Marina Silva (PSB) recebeu R$ 6 milhões, e Aécio Neves (PSDB), R$ 5 milhões.

Controlado pela família Batista, que começou a vida 60 anos atrás com um açougue no interior de Goiás, o JBS chama a atenção por ter doado bem mais do que campeões tradicionais do financiamento político, como as construtoras Camargo Corrêa, Odebrecht e OAS. O JBS não quis dar entrevista sobre o assunto. Por meio de nota, o grupo declarou que o objetivo de suas doações é "contribuir com o debate político e o desenvolvimento da democracia".

Afirmou também que a escolha de candidatos e partidos é feita "a partir dos projetos apresentados por ambos e que estejam em linha com seus valores e crenças". Nos últimos oito anos, o JBS aumentou em 465% o valor que destina à política. Na eleição de 2006, a primeira em que atuou com força no financiamento de campanhas, deu R$ 20 milhões (em valores atualizados).

Em 2010, a empresa entrou com R$ 83 milhões, que ajudaram a eleger oito governadores, sete senadores, 40 deputados federais e 19 deputados estaduais, além de Dilma. A busca por acesso ao meio político cresceu na mesma velocidade com que os negócios dos Batista se agigantaram. Apoiado por aportes bilionários do BNDES, o frigorífico, que faturava R$ 3,7 bilhões em 2005, agora tem fábricas em 12 países, 200 mil funcionários e faturou R$ 92 bilhões em 2013.

"Como toda empresa que fica grande, ela faz doações para ganhar influência no setor público", diz o professor Paulo Arvate, da FGV. "A dúvida é se foi o JBS que se aproximou dos políticos para crescer ou se foram eles que a procuraram quando viram que estava ficando grande."

Para o professor Sergio Lazzarini, do Insper, uma das vantagens que os doadores buscam é acesso facilitado aos candidatos que ajudam a eleger. "Eles conseguem atenção do governo quando necessário e têm ajuda de parlamentares para acelerar ou retardar projetos." A arrancada do JBS começou com a decisão do governo Lula de turbinar quatro frigoríficos para transformá-los em grandes multinacionais. Dois deles quebraram, um não decolou, e o único que seguiu em frente foi o JBS.

A empresa cresceu comprando concorrentes em dificuldade, no Brasil e no exterior, com apoio do BNDES. Foram R$ 9,5 bilhões, entre aportes e financiamentos. Hoje, o banco é o segundo maior acionista da empresa, com 24,59%. A Caixa Econômica, também controlada pelo governo, tem 10%. A família Batista tem 41,12%. Depois do JBS, os Batista se diversificaram. Atualmente, têm banco, fabricam cosméticos e produtos de limpeza, são sócios da estatal Furnas e construíram uma grande fábrica de celulose, onde são sócios dos fundos de pensão Petros e Funcef .
(Fonte: Blog coturno noturno)


Domingo, 21 de setembro, 2014

20 de setembro de 2014

MENTIR OU MORRER: A GUERRA DA PROPAGANDA ELEITORAL


O espetáculo dos próximos dias não vai ser nada edificante. O tom já subiu na internet, e o barraco vai para os jornais e a televisão. Na hora do vale tudo, o bom senso e a ética ficam em suspenso, como primeiras vítimas da batalha eleitoral.

O reinado dos marqueteiros trouxe do mundo do business as técnicas de persuasão que buscam eficiência a qualquer custo, mesmo forçando a barra. Na batalha eleitoral, especialmente, não há conselho de auto-regulação, como o Conar, que possa pôr limites.
Com o crescimento de Marina nas pesquisas, ameaçando a reeleição de Dilma, a ex-ministra virou o alvo preferencial. Agora é a aliada dos banqueiros, dos homofóbicos, vai acabar com o pré-sal, tirar o bolsa-família e a comida do prato das crianças. O joga pedra na Marina aparentemente está dando certo, pois sua vantagem caiu.

Denegrir o concorrente é crime, mas só nos negócios: publicar, inclusive pela internet, falsa afirmação, ou divulgar falsa informação, em detrimento de concorrente, com o fim de obter vantagem é punido com prisão. Empregar qualquer meio fraudulento, para desviar a clientela de outrem é outra figura de crime de concorrência desleal, e os casos são frequentes na justiça (Lei 9279/96, art. 195).

As regras da eleição são mais tênues, como estamos vendo todos os dias. O princípio é a liberdade de conteúdo e de expressão do pensamento, sendo punidas apenas a calúnia, difamação e injúria. É proibida também a divulgação de fato inverídico (só fato mesmo, não opinião ou interpretação) capaz de influenciar o eleitorado. A ação da justiça eleitoral é limitada, e o eleitor fica um pouco aturdido.

As técnicas que estamos vendo nessa campanha já foram descritas, desde os anos 50, por Jean-Marie Domenach[1], intelectual francês que estudou a estratégia do nazismo e do fascismo: simplificar, usar fórmulas, definir um inimigo, concentrar nele os ataques, destruir suas teses, desconsiderá-lo, desmenti-lo, ridicularizá-lo.

Esconder os próprios pontos de fragilidade e atacar os do adversário, amplificando e distorcendo; lançar ameaças veladas; fazer promessas, adaptar o tom a cada público, buscar o sentimento predominante (mesmo despropositado); criar ilusão de maioria, mostrar poder. Parecem regras simples, e realmente são. Tão simples como difíceis de combater.

Há quem veja como superadas, no mundo virtual, as análises clássicas, que seriam mais apropriadas aos comícios e ao rádio. A interatividade, com certeza, aumenta o pingue-pongue e permite respostas imediatas, mas o bombardeio no horário eleitoral continua fazendo vítimas. A vantagem dos mais velhos é justamente a de poder fazer essas conexões com o passado, e tentar descobrir no panorama contemporâneo o que está longe de ser novidade.

Na atual sociedade hiper-pseudo-interativa, a propaganda procura opor sem nuanças o bem e o mal, construindo um discurso verossímil que reduz muito as possibilidade de crítica ou contestação. Desloca e perverte, assim, a razão cidadã, como denunciado em importante e recente simpósio que virou livro e pode ser acessado na rede.

Estamos na reta final. Ninguém gosta de entregar a rapadura. Ninguém gosta de morrer na praia. No final, só sobrará um vencedor, ou vencedora. No meio do tiroteio cerrado, está o eleitor que, depois de tantas promessas falsas, de tantas decepções, aprendeu a desconfiar. Bem ou mal, é ele quem vai dirigir a cena do duelo final.

Por Eduardo Muylaert

Sábado, 20 de setembro, 2014


TEATRO DE MRIONETES

A aplicação da lei da Ficha Limpa tem demonstrado que os candidatos impugnados mantêm-se na disputa através de familiares, na maioria das vezes as esposas, para exercer o cargo para o qual foram vetados de forma indireta.

É um truque que não encontra antídoto na legislação e que, na prática, burla o espírito do que pretendeu o legislador ao aprovar a restrição a quem já registra uma condenação por colegiado, ou seja, em segunda instância.

O recurso tem sido farto em exemplos, alguns de maior repercussão pela notoriedade dos candidatos, casos de Joaquim Roriz no Distrito Federal, em 2010, quando impôs à esposa, Weslian Roriz, um dos capítulos mais ridículos e constrangedores em campanhas políticas.
Até hoje circulam na Internet os vídeos da ex-quase futura primeira dama, alçada à condição de candidata, nos debates locais, nos quais não falava coisa com coisa, não entendia o que lhe era perguntado, pedia para que fossem repetidas as perguntas e quase sempre respondia sobre outro tema – não para tangenciar a questão, mas por não saber mesmo do que estava tratando.

Weslian Roriz teve 32% dos votos, o que merece uma pausa para reflexão. Sua força eleitoral provinha do marido, que governou Brasília por quatro vezes – a primeira, por nomeação do então presidente José Sarney, as demais em eleição direta.

Roriz deu origem aos problemas de lotamentos ilegais na Capital, distribuindo terras e promovendo uma migração sem antecedentes na política barsileira, para a formação de currais na periferia de Brasília que lhes são fiéis até hoje.

Nos governos do PT que se seguiram, no rastro da banalização da ocupação periférica, os condomínios irregulares no Plano Piloto formaram uma extensão dos loteamentos à classe média, institucionalizando a politização da gestão territorial, até hoje uma dor de cabeça para o Estado e para os beneficiários.

Roriz tentou sem êxito garantir sua candidatura nas instâncias judiciais superiores, a exemplo de seu discípulo, José Roberto Arruda, que renunciou  à candidatura em favor de Jofran Frejat, ex-secretário de Saúde de seu governo anterior, interrompido pela cassação que deu causa à atual impugnação.
Flavia Arruda

Mas Arruda garantiu o lugar de vice na chapa à sua mulher, Flávia, cuja biografia política se resume ao de companheira solidária no calvário que se seguiu à deposição do marido. O mais incrível é que, mesmo diante da ostensiva manobra, anunciou que seu gesto deve ser interpretado como o fim de sua carreira pública.

Dois outros candidatos foram pelo mesmo caminho. Neudo Campos (PP), ex-governador de Roraima, renunciou em favor de sua mulher, sem esconder que pretende governar através dela. Foi explícito: “Serei sua sombra no governo”, disse com a desfaçatez dos cínicos. Campos foi condenado em dois processos distintos, em duas instâncias.

José Riva (PSD), candidato em Mato Grosso, tentou até o limite manter a candidatura, mas vencido no Tribunal Superior Eleitoral, colocou a mulher, Janete, em seu lugar e fará a campanha com ela. Riva é um recordista: condenado por improbidade administrativa quatro vezes , em segunda instância, chegou a ser preso durante a Operação Ararath por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro por meio de factorings.

Passou três dias no Complexo da Papuda, em Brasília, e depois foi solto.

Aparentemente, a garantia constitucional dos direitos individuais desautoriza ideias de extensão do veto a parentes, para impedir que, na prática, o condenado governe. Afinal condenações não são extensivas a familiares que não tenham participado daquilo que lhes deu causa.

Mas é preciso encontrar uma fórmula que, preservando o direito constitucional, evite a burla da legislação. Talvez um veto parcial, que impeça a substituição do titular da chapa, impedido judicialmente de concorrer, por parente até o terceiro grau naquele pleito para o qual a Ficha Limpa gerou seus efeitos.

Em um país em que a política se caracteriza pelas oligarquias familiares, o método  de substituição do candidato punido representa, na prática, a revogação da Ficha Limpa.
Os governos eleitos por esse método instalam no país a política de marionetes – como no criativo teatro de cordéis em que os personagens são bonecos manipulados por trás das cortinas. (Estadão)


Sábado, 20 de setembro, 2014.