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25 de outubro de 2014

AS PESQUISAS: AÉCIO ESTÁ EM ASCENSÃO. OU: MELHOR ENFRENTAR AS DIFICULDADES ANDANDO INSTITUCIONALMENTE PARA A FRENTE, COM O TUCANO, DO QUE PARA TRÁS, COM DILMA.


Quem vai ganhar a eleição? Não sei. Espero que seja Aécio Neves, do PSDB. Certas ou erradas, as respectivas pesquisas dos dois institutos mais conhecidos, Ibope e Datafolha, captam o que parece inequívoco: o tucano está recuperando votos. Vários fatores podem ter contribuído para isso. Um deles, certamente, é o debate da TV Globo, com 30 pontos de audiência, coisa digna, assim, de um jogo entre Corinthians e Flamengo. O desempenho de Aécio, reconhecem os próprios petistas, foi arrasador; o de Dilma, constrangedor. Se havia gente em dúvida sobre quem parece mais competente para dirigir o país, não foi difícil tomar uma decisão.

Há, sim, o efeito da reportagem publicada por VEJA na sexta-feira. Segundo Alberto Youssef, Dilma e Lula sabiam das lambanças ocorridas na Petrobras. A propósito: agora não é mais só a VEJA. A Folha e o Estadão reafirmaram a apuração da revista, como se isso fosse necessário. Estamos lidando com fatos, não com o boatos, desde a primeira hora. Se alguém mentiu, não foi a imprensa.  O PT, Lula e Dilma vão processar também os dois jornais?

Dilma foi à TV, no horário eleitoral, demonizar a revista, estimulando uma verdadeira campanha do ódio contra a publicação. No dia seguinte, uns 10 ou 12 truculentos foram à porta da Editora Abril para protestar. Até aí, vá lá. Mas fizeram a seu modo: picharam a área externa do prédio, rasgaram exemplares da revista, pediram “controla social da mídia” — outro nome para a censura. Sim, eram eleitores de Dilma. Ela não mandou ninguém quebrar nada, é claro. À medida, no entanto, que uma presidente da República sataniza abertamente uma publicação que apenas cumpriu o seu dever, é evidente que está emitindo um sinal.

Aliás, a presidente emite um péssimo sinal também para a hipótese de ter um segundo mandato. A exemplo do que já faz o seu partido, é possível que queira governar com a faca nos dentes, num ambiente em que terá metade do eleitorado na oposição, uns 20% que se abstiveram, quase 10% que não votaram em ninguém, uma economia com crescimento perto de zero, pressão inflacionária, baixos investimentos… Se ganhar, Dilma vai ter de arcar com as consequências de ter exercitado o discurso do ódio, do rancor e do confronto.

Esses fatores todos, tudo indica, estão pesando na reta final. Vamos ver. Em dois dias, a distância no Ibope e no Datafolha caiu dois pontos: é de seis a favor da petista no primeiro instituto (53% a 47%) e de quatro, na margem de erro, no segundo: 52% a 48%. No MDA, Aécio aparece numericamente à frente 50,3% a 49,7%.

Acho, sim, que a diferença tende a ser apertada e torço para que esteja em curso uma onda pró-Aécio — ou que a onda sempre tenha existido e jamais tenha sido percebida por alguns institutos. É o melhor para o Brasil. A vida do futuro governante não será fácil, qualquer que seja o eleito. Mas é melhor enfrentar as dificuldades andando institucionalmente para a frente — com Aécio — do que para trás, com Dilma.

Por Reinaldo Azevedo


Sábado, 25 de outubro, 2014.

24 de outubro de 2014

O SEGUNDO TURNO É DOMINGO, MAS O BRASIL JÁ PERDEU


“Perdemos a oportunidade de elevar o nível do debate eleitoral, de realizar um debate programático. Perdemos a paciência, a tolerância e o respeito. Perdemos conhecidos, amigos e familiares. Nós nos perdemos”

Dê Aécio ou dê Dilma, já perdemos. Tucanos e petistas perderam. Aqueles que votam nulo perderam. Aqueles que não votam perderam. Aqueles que escolheram seu voto de forma crítica, porém convicta, também perderam. Todos perderam. Perdemos. A sociedade brasileira foi quem perdeu nessas eleições, antes mesmo dos resultados do segundo turno serem anunciados.


As redes sociais se tornaram verdadeiros campos de batalha. Quem não se descabelou ou morreu de nervoso ao entrar no Facebook nesse período eleitoral que atire a primeira pedra! Quantos amigos flagrei entoando o mantra “não vou comentar, não vou comentar, não vou comentar!”. Tarde demais, já haviam comentado. E eu já havia comentado, e todos já haviam comentado.

Como se não bastasse o baixo nível do debate dos nossos candidatos, tão criticado pela população, conseguimos ser mais simplistas ainda na desqualificação e desconstrução uns dos outros: “Quem vota no Aécio é manipulado pela grande mídia e quer ver pobre se foder. Quem vota na Dilma tá ganhando Bolsa Família e é corrupto. Quem vota no PT é petralha. Quem vota no PSDB é tucanalha ou reaça ou os dois”.

Expressar a própria opinião virou sinônimo de ser julgado. Abrir seu voto e dizer quem é seu candidato virou um ato de coragem. De repente, ficou mais fácil ganhar na Mega Sena do que encontrar pessoas dispostas a discutir de forma respeitosa. Duvido que exista alguém que tenha declarado seu voto e não tenha recebido comentários como “Afff, como assim?”, “Você tá zuando, né?”, “Coitada, desandou!”, “Nossa, perdi minhas esperanças agora!”.

Os planos de governo, propostas, compromissos, base aliada, apoiadores e tudo o mais que interessa para melhorar a vida dos cidadãos foram esquecidos, deixados de lado, como sequer existissem. Afinal, para que saber o que propõe o Aécio e quem é sua base aliada se o que me interessa é tirar o PT do poder? Ou para que conhecer os compromissos da Dilma se o Aécio é um cheirador e eu não sou coxinha para votar nele?

Ah, perdemos, e como perdemos! Dos comentários foram surgindo os discursos de ódio cada vez mais inflamados. Xingamentos, tons violentos, ofensas e baixarias. Argumentos embasados e civilizados sumiram, entraram em extinção. A violência é evidente e nos deparamos com um país dividido, tristemente rasgado. Os valores democráticos foram colocados em xeque. Política virou futebol, religião. Com direito a briga de torcidas organizadas.

Ver crescer o ódio dentro de uma mesma nação me tira um pouco o orgulho de ser brasileira. E o que mais dói nisso tudo é ver que, até aqui, essas torcidas só apareceram a cada quatro anos, como em uma Copa do Mundo. E depois de domingo, como abóbora, tudo volta a ser como era antes. Teremos salvado (ou condenado) o país do comunismo ou do neoliberalismo e as redes sociais seguirão insuportáveis por mais alguns dias (e realmente espero que seja só por mais alguns dias, e que essa tensão não perdure). Mas a missão será dada como cumprida pela maioria da população, que orgulhosa pensa que seu dever acaba ali nas urnas.

Do debate desqualificado seguiremos com a participação cidadã enfraquecida.  Muitas pessoas só irão discutir política novamente daqui quatro anos. Serão poucos os que continuarão acompanhando, criticando e cobrando aquele que for eleito, sendo seu candidato ou não, na luta por um Brasil melhor.

A festa terá acabado, a luz se apagado e o povo sumido. Perdemos (e muito), José!

POR: NICOLE VERILLO


Sexta-feira, 24 de outubro, 2014. 

TUDO JUNTO E DESREGRADO

Na última segunda-feira a repórter Tânia Monteiro fez as contas: há exatos 31 dias a presidente Dilma Rousseff não pisava no Palácio do Planalto. Hoje faz 35 e há muito mais tempo que isso não se tem notícia de um ato dela que não seja como candidata à reeleição.

O mais grave é que não parece fazer falta. Ou pior: só vamos saber disso depois da eleição, quando o País voltar a funcionar - se é que voltará - ao ritmo normal. Quando, por exemplo, o governo liberar os números sobre economia, desempenho do ensino público, desmatamento e pobreza no País, cuja divulgação foi adiada para não afetar a votação da presidente, considerando indicações de que os resultados seriam negativos.

Já os dados positivos sobre o baixo índice de desemprego não sofreram adiamento; foram divulgados ontem. Problema algum não fosse o fato apontado pela Folha de S. Paulo de que as outras estatísticas tinham datas previstas para serem conhecidas entre os meses de agosto e outubro. Ficaram para novembro.

Às diversas peculiaridades da presente campanha eleitoral é de se acrescentar a eliminação por completo da separação entre as agendas da presidente e da candidata. Até a eleição passada, ainda havia alguma preocupação em se manter as aparências. Agora não. Dilma Rousseff ultimamente só foi vista em dependências oficiais ou no exercício da função presidencial quando lhe interessou o uso da prerrogativa. Por exemplo, para dar entrevistas no Palácio da Alvorada, cenário a ela favorável, ou para usar a tribuna da ONU como palanque.

Sem falar em toda a estrutura que deve cercar um chefe de nação. Agora, quando o postulante se afasta completamente de suas funções e passa apenas a se dedicar à campanha em tempo integral, a coisa muda de figura. Está tudo desregulado e em contraposição aos preceitos da impessoalidade, da transparência e da probidade exigidos de todo funcionário público, a começar por aquele que preside a República.

Seria esse tipo de coisa defeito do instituto da reeleição? Não necessariamente. Mas é um dado que poderia ser ponto de partida para se pensar em instituir a obrigatoriedade do afastamento temporário aos postulantes de um novo mandato, como ocorre em caso de desincompatibilização seis meses antes para disputa de cargos diferentes.

Pesquisas. Sobre a dianteira de Dilma no Ibope e Datafolha não há mistério: ponto para o marqueteiro João Santana. A vantagem obtida é obviamente fruto da campanha negativa. Até porque não aconteceu nada na última semana além de ataques.

Mútuos. A questão é que Aécio Neves sendo muito menos conhecido é mais permeável a eles, pois aquela faixa do eleitorado que havia aderido sem muita convicção tende a ser mais sensível às maledicências e a mudar o voto com mais facilidade. Em eleição acirrada, tal montante nem precisa ser muito numeroso.

Correção. Assessoria de imprensa dos Correios envia o seguinte e-mail: "Com relação ao texto 'De oito a 80', esclarecemos que nenhuma agência dos Correios foi transformada em comitê eleitoral por qualquer candidato ou partido. A rede de agências dedica-se unicamente à prestação de serviços aos clientes, fato que pode ser verificado por todo cidadão brasileiro, já que as unidades são de acesso público. Caso a colunista tenha provas da afirmação realizada, solicitamos comunicar aos Correios para que seja realizada apuração sobre os fatos".

Realmente, a referência feita não estava correta. O uso não foi de agências. Mas de funcionários. Pelo menos em Minas Gerais onde, conforme disse o deputado Durval Angelo em reunião na presença do presidente da empresa, o PT conseguiu bom desempenho no Estado porque "tem dedo forte dos petistas nos Correios".

Por: DORA KRAMER

Sexta -feira,24 der outubro, 2014


22 de outubro de 2014

EX-DEPUTADA E LÍDER DO PT DIZ QUE NÃO PODE SER “IDIOTA”, POIS DILMA MENTE


A fundadora do PT e ex-deputada federal Sandra Starling divulgou seu voto em Aécio Neves (PSDB) para presidente. Em seu artigo “Meu voto critico em Aécio é um veto ao voto a Dilma”, Starling diz que é preciso ter coragem para enfrentar os 12 anos de governo “em que o PT se julgou a consciência política do Brasil”, mas foi tão corrupto quanto os demais.

A ex-líder do partido na Câmara disse que a censura sobre o IPEA foi a gota d’água. Segundo ela, os dados do IPEA tornariam oficial o que todos já sabem “a desigualdade social não diminuiu” e a lógica da presidenta Dilma é a mesma do ex-ministro da Fazenda Delfim Netto que pregava esconder números que não favorecem o governo.

Starling disse que não vai usar o “direito de ser ‘idiota’”, vai votar em Aécio Neves, pois não pode se “calar diante das mentiras que a Dilma vem assumindo” e deve cumprir o “dever de brasileira”.

Por: André Brito

Clique aqui para ler a íntegra do artigo de Sandra Starling no Diário do Poder

Publicado: 22 de outubro de 2014 às 14:43 - Atualizado às 22:20


GO: IMPUGNAÇÃO DE CANDIDATURA DEIXA 2º TURNO INCERTO


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Goiás impugnou, na última segunda-feira (20), o registro do candidato a governador Antônio Gomide (PT), após contestação do Ministério Público Eleitoral (MPE). Gomide, segundo o tribunal, praticou atos de improbidade administrativa na época em que foi prefeito do município de Anápolis (GO) e teve suas contas desse período rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) do Estado de Goiás.

O candidato petista já está fora da disputa pelo governo de Goiás por não conseguir votos suficientes para ir ao segundo turno. Ele obteve 10,09% dos votos válidos. A decisão do TRE, no entanto, invalidaria os votos de Gomide, o que daria a vitória em primeiro turno a Marconi Perillo (PSDB). Perillo obteve 45,86% dos votos válidos no primeiro turno e, sem a contagem dos votos dados a Gomide, Perillo teria obtido mais de 50% dos votos válidos.

O PT, no entanto, vai recorrer “a todas as instâncias possíveis” contra a decisão do tribunal. Em nota divulgada por sua assessoria, o partido questiona a rejeição da prestação de contas de Gomide. “Não há imputação de débito, nem prova de dolo. Por conseguinte, não há fundamento para sequer comentar sobre improbidade administrativa”. O partido explica que todas as “possíveis irregularidades” já teriam sido sanadas e que o balancete referente ao ano de 2010 foi aprovado pela Câmara Municipal de Anápolis.


A quatro dias do segundo turno das eleições, nada aponta que eventuais recursos impetrados serão julgados a tempo de impedir que o eleitor vá às urnas decidir entre Perillo e Iris Rezende (PMDB), que obteve 28,4% dos votos válidos no primeiro turno. De acordo com a assessoria do TRE, não há qualquer alteração quanto ao segundo turno no estado até o momento. A situação, conforme descreve a própria assessoria do tribunal, é atípica, mas o calendário para o próximo domingo (26) está mantido.

Caso Rezende vença o pleito no domingo e todos os eventuais recursos movidos pelo PT sejam negados, não está descartada a possibilidade do peemedebista, ainda assim, não se eleger governador do estado, em virtude de haver um novo resultado de primeiro turno. Na última pesquisa do Ibope, divulgada ontem (21), Perillo tinha 60% de intenções de voto, enquanto 40% dos eleitores disseram que votariam em Rezende.

(Marcelo Brandão/ABr)


Quarta-feira, 22 de outubro, 2014. 

21 de outubro de 2014

OAB-DF CONCEDE CARTEIRA DE ADVOGADO A JOAQUIM BARBOSA


Presidente do órgão havia pedido impugnação do registro do ex-presidente do STF, mas comissão que avaliou o caso decidiu liberar o documento

Depois de ser cotado para Ministro da Justiça, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal concedeu segunda-feira(20) a reativação do registro de advogado do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa. Aposentado desde o final de julho, Barbosa solicitou a reativação do documento no último dia 12. O presidente da OAB-DF, contudo, havia pedido a impugnação do registro, afirmando que Barbosa “não atende aos ditames do Estatuto da Advocacia”. O caso foi analisado por uma comissão de conselheiros.

Ao longo das quatro páginas do documento em que pede a rejeição da carteira de advogado para Barbosa, Rocha enumerou uma série de desentendimentos entre o ex-ministro e advogados. Um dos casos citados se deu em março do ano passado durante votação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do qual Barbosa também era presidente. Após os conselheiros decidirem aposentar um juiz acusado de relação indevida com advogados, Barbosa afirmou que havia “muitos juízes para colocar para fora”. E continuou: “Esse conluio entre juízes e advogados é o que há de mais pernicioso. Nós sabemos que há decisões graciosas, condescendentes, absolutamente fora das regras”. A afirmação provocou manifestação conjunta Conselho Federal da OAB, da Associação dos Juízes Federais (Ajufe) e Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

Em sua decisão, a comissão que analisou o caso avalia que Barbosa “flertou muitas vezes com a ilegalidade, com o desrespeito à lei que rege a classe”. Mas prossegue: “não cabe, entretanto, no conceito que se tem de inidoneidade, tal como admitido na jurisprudência deste Conselho Seccional e na do Conselho Federal”.

Barbosa também bateu de frente com os magistrados ao se opor à criação de novos Tribunais Regionais – projeto que acabou sendo aprovado após uma manobra no Congresso Nacional. Ao criticar os gastos desnecessários com a criação de tribunais, Barbosa afirmou que os locais serviriam “para dar empregos para advogados”, e que seriam criados “em resorts” ou em “alguma grande praia”. (VEJA)


Terça-feira, 21 de outubro 2014

18 de outubro de 2014

CANDIDATOS BRASILEIROS COM REGISTRO NEGADO CHEGAM A QUASE 3 MILHÕES DE VOTOS


Ao todo, a lei prevê 14 hipóteses de inelegibilidade, quem for pego um uma delas está sujeito a ficar até oito anos longe da disputa como candidato

No primeiro turno das eleições, no último dia 5, mais de 2,8 milhões de votos foram dados a 680 candidatos que concorreram com o registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral. No momento, esses candidatos aguardam decisão sobre os recursos apresentados para saber se conseguiram o número de votos suficientes para assumir a vaga pretendida.

A maioria, ou 404, pleiteava uma vaga de deputado estadual, 253 tentaram vaga para deputado federal, cinco para senador, três para governador e 15 para deputado distrital. No momento, esses candidatos aguardam decisão da Justiça Eleitoral sobre os recursos apresentados para saber se conseguiram o número de votos suficientes para assumir a vaga.

Segundo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apenas o estado do Tocantins não conta com candidatos nesta situação. O Rio de Janeiro lidera o número de barrados, com 274 candidatos, 40,23% do total; São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, ficou em segundo lugar, com 163 candidatos com registro negado, 23,93%. Além de problemas com a Lei da Ficha Limpa, os candidatos estão nessa situação por quitação eleitoral, indispensável para que um cidadão possa ser votado.

Até que não haja mais possibilidade de recurso, os votos desses candidatos ficam zerados. A expectativa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, é que 100% dos processos sejam julgados até o fim deste mês.

Por Thiago Araújo

Sábado, 18 de outubro, 2014.


CANDIDATO TUCANO ANUNCIA DIZ QUE ACATARÁ MEDIDAS SUGERIDAS PELA ALIADA


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, confirmou ontem (17) que vai incorporar medidas sugeridas pela ex-senadora Marina Silva, do PSB, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno. Entre as propostas de Marina, estão a consolidação e ampliação das políticas sociais do atual governo, como o Bolsa Família, e o desenvolvimento econômico com sustentabilidade.

No primeiro encontro oficial dos dois, em um espaço empresarial, no bairro da Lapa, sem o seu tradicional coque e penteada com um rabo de cavalo que deixou à mostra os longos cabelos cacheados, Marina Silva causou impacto entre os presentes, em sua maioria líderes, do PDSB, PSB e das siglas que estão apoiando Aécio no segundo turno. Brincando, ela justificou que, por estar com gripe, não pôde prender os cabelos como de costume.

Aécio disse que o apoio de Marina o deixa em uma condição mais confortável na disputa com a candidata do PT, Dilma Rousseff. “Estou hoje vivendo um momento muito, mas muito marcante, eu diria histórico, desta caminhada”. Ele, no entanto, evitou comentar se a ex-ministra o acompanhará em comícios e atos públicos.

“A forma como Marina vem participando é a melhor possível. É em torno de um projeto. Estou extremamente agradecido à generosidade da Marina, que não fez qualquer tipo de exigência. Apenas propôs o aprofundamento de algumas questões de que nós já tratávamos”, acrescentou o candidato. Ele reafirmou que há convergências entre sua plataforma e a da ex-ministra.

O tucano comparou a união partidária ao momento vivido no país, há 30 anos, quando seu avô, o presidente Tancredo Neves obteve a adesão de siglas de todas as tendências em torno da intenção em encerrar um ciclo autoritário. Tancredo adoeceu antes de tomar posse e morreu em março de 1985, sem assumir o cargo.

“”Essa aliança foi vitoriosa. Infelizmente, o destino não permitiu que meu avô, Tancredo, assumisse a Presidência da República, mas as instituições estão aí, sólidas, e cada brasileiro pode escolher o seu destino. Fizemos a travessia em uma união de forças de pensamentos distintos”, lembrou ele.

Com críticas à sua adversária no segundo turno, Dilma Rousseff, Aécio lamentou o tom do debate de ontem (16), no SBT, e disse que apenas procurou se defender dos ataques.

“Eu propus, todas as vezes que pude, o debate em torno de temas. Sugeri à presidenta que falasse de segurança pública, que falasse de educação, mas a estratégia dela, ou de seu marqueteiro, não foi essa. Eu pretendo continuar apresentando propostas, mas reagirei a todas as ofensas, às calúnias e às mentiras que transformaram essa eleição talvez na pior, do ponto de vista ético, dos últimos tempos”, afirmou.

O candidato do PSDB propôs uma espécie de trégua. convidando a adversária a falar de temas de interesse do país. “Vamos debater o futuro, vamos mostrar nossas diferenças, que são realmente muito grandes. Vamos pedir que, democrática e livremente, os brasileiros tomem a decisão que acharem mais adequada. Eu respeitarei qualquer que seja ela. Nós estamos a uma semana das eleições, os brasileiros merecem que aqueles que disputam a Presidência da República digam o que pretendem fazer em relação ao futuro do Brasil.”

(Marli Moreira/ABr)


Sábado, 18 de outubro, 2014.

17 de outubro de 2014

ABAIXO DA CINTURA

Campanha chega ao nível mais baixo com insinuações de Dilma. Quando a presidente Dilma disse que para vencer uma eleição "faz-se o diabo", estava antecipando a falta de limites éticos que sua campanha vem demonstrando. Ontem, chegamos ao ponto máximo até agora, com a presidente da República insinuando que seu oponente é bêbado ou drogado, num golpe baixo que até mesmo no MMA é proibido.

O candidato Aécio Neves teve a única reação possível, disse que se arrependia de ter se recusado a soprar o bafômetro, e elogiou a Lei Seca. Uma tentativa de contenção dos danos por um deslize que um homem público sabe que pode ter consequências. Essa era uma carta previsível, diante do festival de baixarias que vem dominando esta campanha, e já fora jogada na véspera quando o ex-presidente Lula, num palanque onde estava cercado dos Barbalho - ele tem uma dívida qualquer com o chefe do clã, Jader, cuja mão beijou em outras campanhas -, disse que uma pessoa que se recusa a soprar o bafômetro não pode ser presidente da República.

Logo Lula, que já foi acusado por uma reportagem do "New York Times" de ser um presidente bêbado, ocasião em que foi defendido por diversos políticos, e recebeu a solidariedade generalizada. Escrevi na ocasião que não havia nenhuma indicação de que o hábito de beber impedisse o presidente de governar, o que tornava leviana a reportagem cheia de insinuações.

Mesmo sem entrar no mérito de quem tem mais razão ou culpa no cartório, é espantoso que um político que já foi vítima das piores atrocidades, como a que o hoje seu aliado Fernando Collor de Mello fez na campanha de 1989, possa se utilizar de métodos semelhantes na ânsia de derrotar seu adversário.

Collor colocou no ar a mãe de Lurian, filha de Lula, para acusá-lo de tê-la obrigado a fazer aborto, uma baixaria que entrou para a História política negativa brasileira. O estrago foi grande na ocasião e desestabilizou Lula para o resto da campanha. O candidato Aécio Neves aparentemente reagiu ao ataque baixo com tranquilidade, lembrando que Dilma usava os mesmos métodos que Collor utilizara contra a família de Lula.

O contra- ataque sobre o nepotismo, apontando que Igor Rousseff, irmão da presidente, era funcionário fantasma na gestão de Fernando Pimentel na prefeitura de Belo Horizonte, num caso típico de nepotismo cruzado, foi feito pedindo desculpas por baixar o nível, querendo ressaltar que Dilma procurara atingir sua família.

Uma manobra diversionista para marcar no eleitor a ideia de que ele queria discutir programas de governo, mas Dilma levava a discussão para o embate pessoal. Aécio ressaltou isso várias vezes no debate. Explicando que sua irmã Andrea trabalhou no governo de Minas como voluntária não assalariada - no papel que poderia ser exercido pela primeira- dama, que não havia, pois era solteiro na ocasião -, neutralizou um dos principais ataques de Dilma.

É claro a esta altura que a campanha, que tem tido um nível muito baixo, com acusações mútuas, não mudará de tom até as urnas em 26 de outubro. Os dois candidatos se encontram em empate técnico, e o PT demonstra, por gestos e atitudes, que não pretende abrir mão de seu projeto maior de poder assim facilmente. A seu desfavor, uma crise econômica que só faz se agravar, uma crise política que apenas começou, e que terá desdobramentos institucionais seríssimos nos primeiros anos do futuro governo, e um governo precário, com resultados econômicos pífios.

Dilma agarra-se à única tábua de salvação, que é o nível baixo de desemprego, que desaparecerá brevemente com a continuidade da crise econômica. Se conseguir se reeleger em outubro, estará deixando para si uma herança maldita que fará com que os seus eleitores se decepcionem rapidamente com o voto que deram.

Qualquer dos dois que se eleja, porém, terá que enfrentar uma crise econômica e política com um país literalmente dividido, especialmente depois de uma campanha devastadora como esta. Tarefa para quem tem capacidade de negociação e espírito público.

(MERVAL PEREIRA - O GLOBO - 17/10)


Sexta-feira, 17 de outubro, 2014


16 de outubro de 2014

CUBA INFILTROU MILITARES NO PROGRAMA MAIS MÉDICOS


EXÉRCITO DESCOBRE MILITARES CUBANOS DISFARÇADOS NO “MAIS MÉDICOS”

Informe reservado “Mensagem Direta de Inteligência” (MDI) ao ministro Celso Amorim (Defesa) atestou que a ditadura cubana infiltrou militares no programa Mais Médicos. A descoberta foi da Base de Administração e Apoio do Ibirapuera, do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, que recebe gente do Mais Médicos. Ouvido, um suspeito confessou ser capitão do Exército cubano, e que não está sozinho. Amorim nada fez.

Militares brasileiros desconfiaram do “médico” por seus hábitos de caserna (cama sempre arrumada, por exemplo). Era o capitão cubano.

A infiltração de militares no Mais Médicos repercutiu na Câmara. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) quer convocar Amorim a se explicar.

Bolsonaro avisa que não adianta Celso Amorim negar a existência do informe reservado que lhe foi enviado: ele obteve cópia do documento.

 Fonte: Coluna Cláudio Humberto.


Quinta-feira, 16 de outubro, 2014.

12 de outubro

15 de outubro de 2014

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS RECEBE DUAS NOVAS AMBULÂNCIAS


O prefeito Hildo do Candango participou na manhã desta quarta-feira (15) da cerimônia de entrega de duas novas ambulâncias, totalmente equipadas, para a Secretaria Municipal de Saúde. A cerimônia aconteceu na Sala de Reuniões do Gabinete do prefeito e no Pátio da Prefeitura. Estiveram presentes, vereadores, secretários de governo e representantes de segmentos sociais e comunitários do município.

 “O mais importante de tudo isto é a demonstração de harmonia entre os poderes. Os vereadores que auxiliam a administração juntamente com o prefeito e todos em favor do bem-estar da população", disse o prefeito Hildo.

Da Assessoria de Imprensa da Prefeitura
Fotos: ASCOM


HERANÇA MALDITA

 

O povo já rejeitou o que está aí; não é tão idiota quanto os outros pensavam que ele fosse
O que há de comum nas situações descritas a seguir?

Madame declara que renovará sua equipe econômica caso reeleita (só queria saber que economista se prestaria ao mesmo papel de manteiga derretida, de capacho onde Madame limpa os pés depois de ditar os rumos da economia, pois, desde que disse que os métodos de Palocci --os mesmos da equipe que fez o Plano Real-- eram rudimentares, todos sabem que a ministra da economia é ela).

Madame declara que Marina, ao dar autonomia ao Banco Central, vai entregar o país aos banqueiros e vai tirar a comida da mesa dos pobres (sabendo que é a inflação que tira a comida da mesa, que ela não se importa que se descontrole e que seu mentor colocou um banqueiro na direção do BC, Henrique Meirelles, que, enquanto esteve lá, manteve-se autônomo), em total insulto à inteligência de alguém minimamente informado, apostando na ingenuidade dos pobres.

Lula declara que teve uma herança maldita do governo FHC, pois pegou o país com dólar a R$ 4 (sabendo que o dólar subiu pela mesma razão que sobe hoje, quando o mercado vê perigo de Madame continuar mandando na economia, ou seja, por medo do PT, e que caiu rapidinho, tão logo Lula cumpriu a promessa de não divergir, na economia, dos rumos dados pelo antecessor).

Madame declara que o povo deve temer a volta dos fantasmas do passado (a que fantasmas se refere? À inflação controlada? Ao Bolsa-Escola idealizado por d. Ruth para não se tornar curral eleitoral, pois estimulava a independência? À economia bem conduzida por Malan, mantida por Lula no seu primeiro mandato?).

Madame esconde que sua política populista para energia elétrica está sendo ruinosa para contas públicas, que são varridas para debaixo do tapete e para que a população pague por ela no ano que vem.

Ela diz que o deficit da balança comercial não vem da gasolina importada cara para ser vendida barata e maquiar os índices de inflação, mas do gasto da elite no exterior, que deve ser punida com IOF.

Marina disse que gostaria de morar no Brasil pintado por Madame e seus marqueteiros, mas é obrigada a viver no Brasil real.

Madame diz que "não sabia", assim como Lula "não sabia" de nada de mal que se passasse na Petrobras e no mensalão.

Madame teme que o PSDB privatize a Petrobras e diz que é antipatriótico "atacar" a empresa, quando justamente o que se quer é reestatizar uma Petrobras tornada ineficiente e dominada por um partido que a aparelhou e que a saqueou.

O denominador comum de todas essas histórias é o CINISMO, o deboche com que se mente e se engana o povo pobre e desinformado.

Marina, um contraste de integridade gritante, sobretudo quando posta ao lado de Madame, disse que o povo já rejeitou o que está aí. Não é tão idiota quanto os outros contavam com que ele fosse.

Capistrano de Abreu propôs uma constituição de apenas dois itens:

1. Todo brasileiro é obrigado a ter vergonha na cara.

2. Revoguem-se as disposições em contrário.

A herança maldita desses 12 anos de lulopetismo é a falta de vergonha na cara que desceu sobre nós em cascata, vinda do Planalto.

FRANCISCO DAUDT- FOLHA DE SP - 15/10

Quarta-feira, 15 de outubro.


GOVERNO ESTIMA ECONOMIA DE 2.595 MW COM HORÁRIO DE VERÃO



O Horário Brasileiro de Verão, que começa à zero hora do próximo domingo, 19, deve resultar em uma economia de 2.595 megawatts (MW) até 22 de fevereiro de 2015, de acordo com estimativas do Ministério de Minas e Energia (MME). Este ano, todos os Estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul, incluindo o Distrito Federal, adotarão o horário diferenciado, totalizando onze unidades da Federação. Durante os 126 dias em que o horário será aplicado, a redução de demanda na hora de ponta de carga deve ser de 1.975 MW no subsistema Sudeste/Centro-Oeste e de 625 MW no subsistema Sul.

Agência Estado


Quarta-feira, 15 de outubro, 2014

12 de outubro,2014

14 de outubro de 2014

ZONA DE CONFORTO


As coisas estão difíceis, mas não impossíveis para a presidente Dilma Rousseff. Se de um lado é inegável que a atmosfera conspira a favor de Aécio Neves como conspirou a favor do avô Tancredo 29 anos atrás, na eleição do colégio eleitoral de 1985 contra Paulo Maluf, de outro o peso do voto direto insere agora um fator de relativo equilíbrio entre os candidatos.


Há um sentimento de esgotamento com o modo de agir do PT, esta é uma verdade que se expressou não apenas na surpreendente votação do tucano – um candidato que chegou a ser considerado fora do jogo – como também no volume de adesões à oposição no início da campanha do segundo turno.


Partidos tradicionalmente aliados ao PT firmaram fileira ao lado do PSDB, artistas e intelectuais saíram do imobilismo e o oposicionismo perdeu o medo de dizer seu nome. Ao sentir firmeza no respaldo social, os tucanos improvisaram a frente de oposição que deixaram de organizar no período da entressafra. Surfam numa onda bastante favorável, mas longe de autorizar prognósticos excessivamente autoconfiantes. Pelo seguinte: com todo o cenário adverso – e vamos pôr adversidade nisso –, nele incluído uma candidata que consegue tornar ininteligível o mais simples dos raciocínios, o governo ainda tem um volume robusto de votos.


Não se pode dizer que estejam exclusivamente concentrados entre aqueles que recebem benefícios assistencialistas. Dilma recebeu 74% dos votos desse público, mas as mesmas pesquisas indicam que 6 de cada 10 eleitores da candidata do PT não são beneficiários de programas do governo. Afora o eleitorado ideológico ou aquele diretamente interessado no aparelho de Estado, é preciso considerar a existência do contingente de pessoas que vivem uma sensação legítima de preservação dos ganhos obtidos nos últimos anos. É o eleitorado conquistado pelo consumo que pensa assim: tenho celular, carro, eletrodomésticos, confortos que nunca tive; votar contra o governo que me proporcionou tudo isso por quê?


Vai explicar a uma criatura de menos de 30 anos de idade o que são aumentos de preços diários, descrédito internacional, balbúrdia nas contas públicas, linhas telefônicas na declaração de Imposto de Renda e outras especificidades de um país completamente desorganizado.


Não é problema dessa imensa parcela se há 12 anos o PSDB não tratou de deixar o governo defendendo seu legado. Hoje muito poucos se lembram das razões pelas quais há telefones à vontade, a inflação não come os salários dos mais pobres que não podem se defender dela no sistema financeiro, a moeda brasileira não é produto podre e os governos subsequentes puderam desfrutar de uma economia arrumada.


Atribuem tudo aos governos do PT que, com muita habilidade e nenhum escrúpulo, se apropriaram do patrimônio fazendo dele tábula rasa sob o dístico de herança maldita. Fizeram do mérito um demérito e agora a oposição tenta recuperar terreno explicando o que imaginou ser autoexplicável, esquecida de que na política não existe vácuo.


Se o PT não tivesse cedido à tentação de construir seu projeto de poder na base do aparelhamento do Estado, das alianças com “os piores”, na permissividade quanto ao uso particular da máquina pública, do autoritarismo no trato da crítica, na desqualificação dos adversários e na defesa reiterada de seus pecados, provavelmente hoje as coisas estariam mais fáceis para a presidente Dilma Rousseff.

Sonhática. Ao dizer que “voto não se transfere”, a fim de desdenhar do apoio de Marina Silva a Aécio Neves, a presidente Dilma Rousseff contraria a razão da própria eleição em 2010. Ou então nesses quatro anos passou a acreditar que era ela a dona daqueles quase 56 milhões de votos transferidos por Lula.

(DORA KRAMER)


Terça-feira, 14 de outubro, 2014

12 de outubro de 2014

MUNICÍPIOS TÊM ATÉ DEZEMBRO PARA ASSUMIR ILUMINAÇÃO PÚBLICA


As prefeituras de 1.809 municípios do país têm até o fim do ano para assumir a manutenção da infraestrutura de iluminação pública de suas cidades, que atualmente está sob responsabilidade das distribuidoras de energia. A medida da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem como objetivo atender a uma previsão constitucional, que determina que a iluminação pública é de responsabilidade municipal.

Segundo a Aneel, 3.755 cidades já assumiram os ativos de iluminação pública. Alguns estados, no entanto, como São Paulo, Pernambuco, Ceará, Amapá, Paraná e Roraima enfrentam dificuldades na transferência. Em Minas Gerais, por exemplo, dos 853 municípios apenas 19 assumiram. O prazo para a transferência já foi prorrogado duas vezes pela Aneel.


O superintendente de regulação de serviços comerciais da agência, Marcos Bragatto, diz que o dia 31 de dezembro é o prazo final, e não há disposição da Aneel em prorrogar novamente. “Isso tem sido alertado aos municípios em todos os encontros, fóruns, em todas as oportunidades temos sempre insistido nessa questão: que o prazo é improrrogável”, garante. Ele explica que, a partir de 1º janeiro de 2015, as distribuidoras não têm mais a prerrogativa de operar e manter o sistema de iluminação pública.

Para custear a manutenção dos ativos, que inclui luminárias, lâmpadas, relés e reatores, as prefeituras poderão instituir a Contribuição de Iluminação Pública (CIP) que, por sua vez, pode ser arrecadada por meio da fatura de energia elétrica. Para os municípios que não criaram ou que não vão criar a CIP por decisão local, há a opção de arrecadar os recursos pelo Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Os postes de luz continuarão sendo administrados pelas distribuidoras de energia.

Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, o impacto da medida vai depender do tamanho e da realidade de cada município. “Sempre procuramos mostrar para a Aneel a dificuldade de esses municípios assumirem [a iluminação]. Isso vai acarretar um ônus a mais para as prefeituras e necessariamente vai ter que ser repassado para a CIP e, em última instância, acredito que o próprio cidadão terá que pagar”, avalia.

Para ele, a situação pior está em São Paulo e em Minas Gerais, onde há um maior número de municípios que ainda não assumiram os ativos. Ziulkoski estima que muitas cidades não vão conseguir cumprir o prazo, e que a entidade busca um novo adiamento. “Mas de uma forma ou de outra elas vão ter que assumir, está na resolução”, disse.

Denise Griesinger


Domingo, 12 de outubro, 2014.

Meus Respeitos....

Postado pela Redação:

Domingo, 12 de outubro, 2014

11 de outubro de 2014

ANIVERSARIO DE ÁGUAS LINDAS


Conforme acordo de lideranças, juntamente com a festa da padroeira Nossa Senhora Aparecida e dia das crianças é também comemorado o aniversário de Águas Lindas de Goiás no entorno do distrito federal.

Por falta de compromisso com a cultura local os políticos e entidades representativas não tem dado a devida importância a essa data que fica reservada apenas para os corações dos pioneiros que lutaram por sua emancipação.

12 de outubro é sempre motivo de frustração para os que amam essa cidade considerada a princesinha do entorno, a redação desse blog parabeniza se orgulha dos pioneiros que lutaram pela emancipação.

Da redação


Sábado, 11 de outubro, 2014.

9 de outubro de 2014

A PRESIDENTE DILMA TEM O DEVER MORAL E CONSTITUCIONAL DE COBRAR QUE A CANDIDATA DILMA SEJA MAIS RESPONSÁVEL E PARE DE DIZER MENTIRAS


Eu não quero falar com a candidata Dilma Rousseff, que concorre à Presidência da República pelo PT. Sou tolerante. Sei que aqueles que disputam eleições são meio falastrões às vezes. Encantam-se com o som da própria voz e acabam falando uma sandice ou outra. Eu quero falar é com a presidente Dilma Rousseff.
Eu quero é falar com aquela senhora que, mesmo disputando votos, continua a ser a suprema mandatária do país; continua com todas as prerrogativas quase imperiais de que dispõe um chefe do Executivo em nosso país; continua a gozar dos benefícios verdadeiramente milionários, pagos por nós, que garantem a alguém na sua condição mais do que a segurança e o conforto necessários.

Se a um candidato ou candidata se podem tolerar certos deslizes, da presidente da República é preciso cobrar responsabilidade, decência, verdade. Em visita à Bahia, Dilma fez duas coisas detestáveis, perigosas, nesta quinta.

Num ato de campanha em Salvador, depois de ter concedido uma entrevista absurda, Dilma resolveu demonizar Armínio Fraga, que será ministro da Fazenda de Aécio Neves caso este se eleja. Leiam:

“Uma coisa muito grave é quando eles implicam com o salário mínimo. Implicar com o salário mínimo é a maior característica desse ministro; aliás, desse senhor que foi presidente do Banco Central durante o governo Fernando Henrique Cardoso, que aparece como eventual ministro da Fazenda, que não vai ser. Ele não gosta do salário mínimo. Eles acham que têm que reduzir o salário mínimo para resolver as questões sociais do Brasil. Isso é a típica proposta que fez com que o país quebrasse três vezes. Isso é um escândalo”.

A fala da candidata Dilma é mentirosa. A da presidente Dilma é irresponsável. Atenção, senhores representantes da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral: nos oito anos do governo FHC, o mínimo teve valorização real — descontada a inflação, pelo IPCA — de 85,04%; nos oito anos de Lula, foi um pouco maior: 98,32%; nos quatro anos de Dilma, deverá ser de apenas 15,44%.
Destaco outro fato, leitores. Pela lei em vigência, o ano de 2015 será o último no qual será adotada a atual fórmula de correção do salário mínimo: variação da inflação do ano anterior e do PIB de dois anos antes. Isso foi definido pelo Congresso Nacional no início de 2011. O partido Solidariedade e Aécio Neves já apresentaram projeto que estende a atual fórmula até 2019 — um ano depois do fim do próximo mandato. Sabem quem decidiu combater o texto nos bastidores? O PT. O PT de Dilma Rousseff. Eu estou lidando com fatos.

Mas isso ainda nem foi o pior que fez a candidata Dilma Rousseff, esquecendo-se de que é também a presidente Dilma Rousseff, ela decidiu jogar brasileiros contra brasileiros; ela decidiu investir numa forma muito particular de guerra civil; ela decidiu hostilizar as regiões Sudeste e Sul do Brasil numa entrevista a uma rádio na Bahia.

Afirmou:

“Eles estão fazendo uma oposição ridícula entre Sudeste e Nordeste em termos de votos meus [...] O Sudeste não é oposto ao Nordeste. Então é uma visão absolutamente preconceituosa e elitista, dizendo que os meus votos são dos ignorantes e, os dos ilustrados, são deles. É um desrespeito. Como eles não andam no meio do povo, como eles não dão importância para o povo brasileiro, eles querem desqualificar o povo brasileiro”.

Não! Quem está promovendo essa oposição é a própria Dilma. O que seus adversários apontam, aí, sim, é que ela faz a política do medo e aterroriza a população mais pobre com mentiras como a do salário mínimo.

Se existe preconceito, ele está embutido na fala da petista. A presidente Dilma tem o dever de cobrar que a candidata Dilma não tente vencer a eleição no berro, opondo todos contra todos. A presidente Dilma tem o dever de cobrar que a candidata Dilma seja mais responsável. A presidente Dilma tem o dever de cobrar que a candidata Dilma pare de promover a guerra entre os brasileiros.
Por Reinaldo Azevedo


Quinta-feira, 9 de outubro, 2014.

CAIXINHA DE SURPRESAS




O efeito do fracasso retumbante em São Paulo, a inesperada votação de Aécio Neves, o desempenho nacional de Dilma aquém do previsto e o custo da falta de escrúpulos exibida nos ataques contra Marina Silva pode ser que dure pouco e essa suavidade toda seja mera estratégia de João Santana, que anuncia uma campanha sem ataques para os próximos dias.

Dissimula ou exagera, até porque a altercação é inerente ao embate. Só não precisa ser desleal nem de baixo calão. Seja como for o desenrolar, o início deste segundo turno mostra um PT desprevenido e um PSDB revigorado. De maneira surpreendente para um partido que não se notabiliza pelo vigor na hora da luta e que teria jogado a toalha não fosse a persistência do candidato.

O resultado deu o primeiro lugar ao PT e, em tese, isso deveria dar gás ao partido uma vez que, historicamente, não se tem notícia de viradas no segundo turno; quem ganhou no primeiro até hoje levou a taça na final. Ocorre que esta eleição está desmentindo antigas escritas.

Uma delas: a vitória mais do que certa de Aécio Neves em Minas Gerais. Há várias explicações para o revés: o tucano descuidou da terra natal, achou que ganharia por gravidade, errou na escolha do candidato a governador e até mesmo houve confusão no eleitorado porque o petista Fernando Pimentel até outro dia mesmo era um aliado de Aécio.

Mas não interessa, perdeu. Para sorte dele, o PT perdeu tão feio em São Paulo, Pernambuco (terra de Lula) e teve baixas importantes no Congresso que essa derrota ficou em segundo plano. Os tucanos saíram em segundo lugar com jeito de vencedores e os petistas com ar de perdedores. Contribui para o ar triunfal da reestreia do PSDB o chamado "adensamento do entorno".

Rapidamente, já nos primeiros dias, ficou claro que a oposição conseguiria acrescentar novos apoios. Marina Silva sinalizou no domingo, seus aliados da Rede se manifestaram no mesmo sentido, a maior parte do PSB tomou o mesmo rumo, o PPS acompanhou, o grupo dos evangélicos manifestou tendência majoritária e Eduardo Jorge, sucesso entre a juventude, posicionou o PV no campo da oposição.



DORA KRAMER
Quinta-feira, 9 de outubro, 2014. 

8 de outubro de 2014

NOTA DE AGRADECIMENTO


Ao povo de Águas Lindas de Goiás, o meu mais profundo agradecimento aos votos que me foram concedidos em minha eleição para dep. estadual. Ao prefeito Hildo do Candango e sua esposa Aleandra, o meu reconhecimento pelo apoio e a confiança depositada à este humilde cidadão brasileiro que acredita numa mudança duradoura em nossa cidade. Continuarei dando tudo de minhas energias ao seu lado Hildo, pra que você e todos nós, juntos, possamos continuar trabalhando com seriedade rumo ao desenvolvimento. Para toda minha equipe e todas as pessoas que me ajudaram, todas a bênçãos de Deus... e vamos trabalhar!!! Já estamos no gabinete do vice prefeito voltando a rotina de sempre atendendo a nossa gente humilde que me procuram.


Luiz Alberto (Jiribita)

Quarta-feira, 8 de outubro, 2014