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22 de junho de 2016

GOVERNO AUTORIZA IMPORTAÇÃO DE FEIJÃO PARA REDUZIR O PREÇO



O Palácio do Planalto anunciou quarta-feira(22) que o governo vai liberar a importação de feijão de alguns países, com o objetivo de reduzir o preço do produto nos supermercados. A medida valerá para o feijão com origem na Argentina, no Paraguai e na Bolívia.

De acordo com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, está em estudo a possibilidade de importar o produto também do México e da China, segundo informações divulgadas pelo Portal do Planalto.

De acordo com o Instituto Brasileiro do Feijão, o aumento se deve à seca em grande parte dos estados que produzem o grão. Com isso, houve queda na oferta e, com o aumento da demanda, os preços acabaram subindo. O preço do feijão-carioca chegou a R$ 10 em supermercados de vários estados brasileiros.

Maggi disse ainda que pretende propor às grandes redes de supermercado que busquem comprar o produto nas regiões onde a oferta é maior. “Pessoalmente tenho me envolvido nas negociações com os cerealistas, com os grandes supermercados, para que eles possam fugir do tradicional que se faz no Brasil, e ir diretamente à fonte onde tem esse produto e trazer. E, à medida que o produto vai chegando ao Brasil, nós temos certeza de que o preço cederá na medida em que o mercado for abastecido”, disse o ministro por meio do portal.

Por: Pedro Peduzzi

Quarta-feira, 22 de junho, 2016

SENADORES COM OS NERVOS A FLOR DA PELE



O presidente Michel Temer pretende reunir os partidos de apoio ao seu governo para aumentar o número de senadores capazes de garantir sua permanência no poder, com folga, até o dia 31 de dezembro de 2018. Já conta com 56, suficientes para não correr riscos, mas deseja chegar aos 60. Nesse caso, não ficaria dependendo de defecções inesperadas.

A partir daí, passaria a cuidar da segunda fase de sua administração, elaborando o programa definitivo para a recuperação da economia. Os primeiros passos foram dados pela equipe chefiada por Henrique Meirelles, mas falta sedimentar o número abaixo do qual não haverá retorno.

A conclusão a tirar dos números atuais é de que certeza ainda não há do afastamento definitivo de Dilma Rousseff. Porque Madame dedica-se a um esforço sobre-humano para superar sua débacle. Afinal, se reconquistar mais dois senadores, deixando Temer com 54, abre o caminho para sua volta ao palácio do Planalto.

Enquanto esses índices permanecerem, não há certeza de nada. Indaga-se da hipótese de dois ou três senadores aderirem a Dilma. Cristovam Buarque vem sendo o mais assediado, mas há outros. Por conta disso, também gente que votou em Dilma vem recebendo abraços e sorrisos da presidente afastada. Até por conta de senadores hoje de cara amarrada para Temer.

É prematuro arriscar nomes ou partidos, de um lado ou de outros dos indecisos. O problema resume-se a continuar em outro número. No caso, 180, prazo agora reduzido para menos de 100, que caberá ao Tribunal Superior Eleitoral definir. Assim, à medida em que os dias passarem, mais aumentará a tensão entre os já definidos e os hesitantes, a maioria destes deixando os demais com os nervos à flor da pele.

Por: Carlos Chagas

Quarta-feira, 22 de junho, 2016