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18 de outubro de 2017

COM DESEMPREGO EM ALTA, CAI NÚMERO DE TRABALHADORES SINDICALIZADOS




O número de pessoas sindicalizadas encolheu no País nos últimos anos, segundo a Síntese da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 18.

Em 2016, 16,9 milhões de pessoas ocupadas ou que anteriormente já tinham sido ocupadas estavam associadas a algum sindicato, o menor porcentual da série histórica, iniciada em 2012. A fatia de sindicalizados passou de 13,6% em 2012 para 13,4% em 2014, recuando a 12,1% em 2016.

"Houve uma queda dessa proporção de filiados a sindicatos ao longo do tempo", ressaltou Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE

Segundo Adriana, a redução mais aguda na sindicalização entre 2014 e 2016 está associada à extinção de vagas no mercado de trabalho.

"Uma das atividades que mais dispensou foi a indústria, que tem uma ocupação muito masculina e sindicalização alta", completou a pesquisadora.

Preferência

A sindicalização ainda é maior entre homens (13,1%) do que entre mulheres (11,2%), mas essa distância já foi maior em anos anteriores. Em 2012, 15,3% dos homens eram sindicalizados, contra apenas 11,9% das mulheres. Em 2014, essa fatia baixou para 14,8% dos homens e manteve-se em 11,9% para as mulheres.

As atividades com maior porcentual de sindicalizados foram educação, saúde, humanas e serviços sociais (concentrando 18,5% de todos os sindicalizados), indústria (15,2%), agricultura (15,1%), comércio (13,4%) e serviços prestados a empresas (12,8%).

A pesquisa também identificou redução no total de filiados a cooperativas. Apesar do aumento de 11,3% no total de pessoas ocupadas como empregadores ou trabalhadores por conta própria entre 2012 e 2016, houve redução no porcentual de associados a cooperativas de trabalho ou produção, que recuou de 6,4% em 2012 para 5,9% em 2016. (AE)

Quarta-feira, 18 de outubro, 2017 ás 12hs58

17 de outubro de 2017

CAIXA LIBERA PRIMEIRA FASE DO PIS NESTA TERÇA E DEVE PAGAR R$ 6,7 BI




Caixa Econômica Federal libera terça-feira (17/10), a primeira fase do pagamento do Programa de Integração Social (PIS) com a expectativa de R$ 6,7 bilhões em saques.

Se confirmada a expectativa do banco, 3,6 milhões de brasileiros devem sacar os recursos. Para a primeira fase, apenas idosos com mais de 70 anos titulares de conta corrente ou poupança individual na Caixa podem retirar o PIS/Pasep.

Os 3,6 milhões de beneficiários liberados para sacar os recursos nessa fase correspondem a 56% do total de brasileiros com direito ao PIS.

Requisitos

Para ter direito ao saque do PIS, é preciso ser trabalhar com carteira assinada e cadastrado no Fundo PIS/Pasep no período de 1971 a 4 de outubro de 1988.

Depois da MP 797 de 2017, a idade mínima para o saque dos recursos caiu de 70 para 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, tanto do PIS quanto do Pasep.

Pasep

O calendário de saques do Pasep será semelhante. O Banco do Brasil informa que 1,6 milhão de cotistas do Pasep se enquadram nas condições da MP. Os clientes do banco com 70 anos ou vão receber os valores automaticamente nesta terça-feira.

Saque

Para as retiradas até R$ 1,5 mil, basta ir até o caixa eletrônico de uma agência da Caixa com a Senha Cidadão, ou em loterias e unidades Caixa Aqui com o Cartão Cidadão, Senha Cidadão e um documento oficial.

Quem tem entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil precisa do Cartão do Cidadão e da Senha Cidadão no caixa eletrônico do banco, além do documento de identificação nas loterias e unidades Caixa Aqui.

Já para retiradas acima de R$ 3 mil é preciso ir a uma agência da Caixa e apresentar um documento oficial. (AE)
Terça-feira, 17 de outubro, 2017 ás 11hs05

16 de outubro de 2017

CHUVAS SÓ NA ÚLTIMA SEMANA DE OUTUBRO!




Em reunião no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para avaliar a situação climática do Distrito Federal, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, recebeu a informação de que as chuvas só devem voltar ao território na última semana de outubro.

As previsões do Inmet indicam outubro com precipitações abaixo da média, por influência do La Niña. Com base no panorama apresentado para o próximo trimestre, será possível avaliar as medidas de enfrentamento da crise hídrica e respaldar decisões nos próximos meses.

O fenômeno climático La Niña, conforme o Inmet, causa a redução da temperatura das águas do Oceano Pacífico e, no Brasil, forma bloqueios atmosféricos no sul do País. Esses eventos desviam as frentes frias para o mar e impedem a formação de chuvas no Centro-Oeste.

As primeiras devem cair em forma de temporais em áreas isoladas. Em novembro, porém, a expectativa é que o nível de precipitação fique, no mínimo, dentro da normalidade para o período. No entanto, o Inmet trabalha com probabilidade de chuvas 35% acima da média do mês.
Diante desse cenário, é preciso conhecer os dados para traçar estratégias. “A reunião teve o objetivo de levantar elementos para análise do quadro [climático do DF] e, aí sim, tomarmos decisões nas próximas semanas”, explicou Rollemberg.

Vários membros do governo acompanharam a apresentação feita pelo diretor do Inmet, Francisco de Assis Diniz, entre os quais o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Argileu Martins.

Também presentes: o diretor-presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do DF, Maurício Luduvice; o diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa), Paulo Salles; e o diretor-presidente da Emater-DF, José Guilherme Leal.

Governo age para conter desabastecimento de água

A situação de regiões como Sobradinho e Planaltina, que enfrentam situação mais delicada de abastecimento de água, deve motivar ações adicionais em breve, de acordo com o chefe do Executivo.

A Adasa e a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), disse ele, estão buscando medidas de enfrentamento da escassez hídrica caso a caso.

“Temos cidades diretamente abastecidas por córregos que estão secando. Vamos intensificar a atuação junto a chacareiros, para verificar se está havendo irrigação de forma adequada, para garantir o mínimo de água às famílias”, enfatizou o govenador.
O consumo consciente de água deve ser prioridade para toda a população. “É muito importante que todos nós estejamos absolutamente conscientes do momento de gravidade por que passa o DF. Estamos, por exemplo, vivendo as maiores temperaturas da história”, constatou Rollemberg.

As altas temperaturas dos últimos dias, combinadas com escassez de chuvas, fizeram com que o nível dos dois principais reservatórios de água do território ficasse ainda mais baixo.

A Barragem do Descoberto registrou volume de 11,7% nesta segunda-feira (16), de acordo com medição feita pela Adasa às 13h30. Já o reservatório de Santa Maria marcou 26% de volume.

Segunda-feira, 16 de outubro, 2017 ás 23hs00