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15 de agosto de 2018

Raquel Dodge pede a impugnação de candidatura de Lula, o presidiário


A procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, apresentou no início da noite de quarta-feira (15/8) impugnação ao registro de candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o cargo de presidente da República. A candidatura de Lula foi registrada na quarta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo partido.

Na petição encaminhada ao relator do caso no TSE, ministro Luís Roberto Barroso, Raquel Dodge afirma que o requerente não é elegível e apresenta certidão emitida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que confirmou a condenação determinada em primeira e segunda instâncias.

Em janeiro deste ano, o ex-presidente foi condenado criminalmente em segunda instância, no âmbito da Operação Lava Jato, a 12 anos e 1 mês de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do triplex do Guarujá. Com essa decisão, a situação do ex-presidente enquadra-se na lista de condicionantes de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa.

Raquel Dodge também lembra que o TSE já consolidou o entendimento de que condenações como a do TRF4 são causa de inelegibilidade. De acordo com a Súmula 61 da Corte, o condenado só retoma a capacidade eleitoral passiva oito anos após o término do cumprimento da pena. No caso do ex-presidente, a pena começou a ser cumprida em abril deste ano, após determinação da Justiça Federal. Lula está preso em Curitiba.

O Ministério Público Eleitoral pede ao relator que o registro seja indeferido, por entender que faltam ao pedido os pressupostos de validade e eficácia. “Disso (da falta de capacidade eleitoral passiva) deve decorrer a rejeição liminar do requerimento, sem qualquer outro efeito jurídico que habilite o impugnado a ser considerado candidato sub judice ou a pretender o financiamento de sua candidatura com recursos públicos, que são destinados apenas a financiar campanhas dos elegíveis”, completou.

Pelo calendário eleitoral, o TSE tem até o dia 17 de setembro para julgar os pedidos de registro de candidaturas. Esse também é o prazo final para que os partidos substituam nomes nas chapas, exceto em caso de morte de candidato.(DP)

Veja três das páginas que compõe o pedido de impugnação:




Quinta-feira 16 de agosto, 2018 ás 00:05

MPE vai pedir impugnação de candidaturas à Presidência ‘na hora certa’, diz PGR

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse nesta quarta-feira, 15, que, “na hora certa”, o Ministério Público Eleitoral (MPE) vai pedir a impugnação de candidaturas à Presidente da República. Raquel não mencionou explicitamente o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cujo registro deve ser oficializado ainda nesta quarta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Esta quarta-feira é o prazo final para partidos políticos e coligações apresentarem ao TSE o requerimento de registro de candidatos a presidente e a vice-presidente da República. Em três dias, deve ser publicado edital no “Diário da Justiça Eletrônico” com a relação dos pedidos de registro de candidatos. Até o dia 23, o Ministério Público e candidatos, coligações e partidos adversários podem questionar o registro.

Segundo apurou o Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, existe a possibilidade de o MPE pedir a impugnação da candidatura de Lula antes mesmo da publicação do edital, mas Raquel Dodge ainda não definiu os próximos passos.

Relator

Um ministro do TSE ouvido reservadamente pela reportagem acredita que, por ser uma questão “institucionalmente relevante”, o caso de Lula deveria ser decidido diretamente no plenário da Corte Eleitoral, embora o ministro-relator do registro possa, em tese, tomar uma decisão monocrática (individual).

Nesta quarta-feira, depois do registro de Lula ser oficializado no sistema do TSE, será definido o nome do ministro da Corte Eleitoral que ficará com a relatoria do caso.

Conforme informou o Broadcast no último dia 3, o TSE ainda vai avaliar se um eventual registro de Lula terá a relatoria definida por meio de sorteio eletrônico livremente realizado entre integrantes da Corte Eleitoral ou se será encaminhado “por prevenção” (no jargão jurídico) ao ministro Admar Gonzaga, que já está cuidando de outros casos relacionados à campanha petista.

Em tese, um pedido de registro presidencial é sorteado entre seis dos sete ministros titulares do TSE, ficando de fora quem estiver ocupando a presidência da Corte Eleitoral (no caso, a ministra Rosa Weber), que por questões regimentais não recebe esse tipo de processo.

O ministro Luís Roberto Barroso (TSE) foi escolhido relator do pedido de registro de candidatura de Lula (PT). Barroso também é relator dos pedidos de Marina Silva (Rede), Eymael (PSDC) e Vera Lúcia (PSTU).

 (Estadão Conteúdo)


Quarta-feira 15 de agosto, 2018 ás 20:00

Bolsonaro lidera pesquisa eleitoral


Pesquisa exclusiva do Instituto Paraná Pesquisas divulgada quarta-feira (15 /8) mostra que, Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida presidencial, com 23,9% dos votos.

Em segundo vem Marina Silva (Rede), que possui 13,2%, seguida por Ciro Gomes, com 10,2%.

Veja abaixo a situação dos candidatos:

Não sabe: 6,8%

Nenhum: 23,1%

Jair Bolsonaro: 23,9%

Marina Silva: 13,2%

Ciro Gomes: 10,2%

Geraldo Alckmin: 8,5%

Alvaro Dias: 4,9%

Fernando Haddad: 3,8%

Cabo Daciolo: 1,2%

João Amoedo: 1,1%

Henrique Meirelles: 0,9%

Vera: 0,9%

Guilherme Boulos: 0,7%

José Maria Eymael: 0,4%

João Goulart Filho: 0,4%

Registrada sob o número BR -02891/2018, a pesquisa utilizou uma amostra de 2.002 eleitores através de entrevistas pessoais em 26 estados e no Distrito Federal e em 168 municípios entre os dias 9 e 13 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. (VEJA)


Quarta-feira 15 de agosto, 2018 ás 14:00

Base aliada vai visitar 203 cidades em 9 dias


A base aliada planeja mobilização sem precedentes para os primeiros dias de campanha eleitoral. A disputa começa oficialmente no dia 16 de agosto. O primeiro, evento com a presença de toda base, acontece em Goianésia - conforme tradição que já dura 20 anos. Em seguida, a base se divide em cinco frentes e percorre 203 cidades nos nove dias seguintes (de um total de 246).

Uma das frentes terá a primeira-dama do Estado, Fabrina Muller, e a ex-primeira-dama Valéria Perillo. As outras quatro serão lideradas pelo governador José Eliton (PSDB), pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB), pela senadora Lúcia Vânia (PSB) - com o suplente, José Vitti (PSDB) - e pela candidata a vice Raquel Teixeira (PSDB). Nesta primeira etapa a maioria dos grandes colégios eleitorais - como Jataí, Rio Verde, Catalão, Itumbiara ou Anápolis - não receberá caravanas. Entre os maiores, as exceções são Trindade, Aparecida, Caldas Novas e Morrinhos.


A campanha acontecerá todos os dias da semana, inclusive sábado e domingo. De modo geral, as carreatas começam às 8 horas e terminam só quando o sol de por. À noite os integrantes da base aliada participam de reuniões. Neste sábado, por exemplo, Raquel Teixeira tem reuniões em Alto Paraíso e São João da Aliança até altas horas da noite.

Esta mobilização em cinco frente começa na sexta-feira, dia 17. O governador estará em Professor Jamil às 15h30 e depois parte para Hidrolândia. O candidato a senador Marconi Perillo (PSDB) abre a campanha às 16 horas em Campestre e depois cumpre agenda em Caldainha e Senador Canedo. Raquel tem agenda em Cabeceiras às 14 horas, depois Vila Boa e Flores de Goiás. Nesta mesma tarde, Fabrina e Valéria estarão em Goianápolis e Terezópolis. E a senadora Lúcia Vânia lidera carreata em Gameleira, às 15h30, e Abadiânia às 17 horas.


Quarta-feira 15 de agosto, 2018 ás 10:45

TSE pode negar registro sem pedido, diz Rosa


Recém empossada como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Rosa Weber afirmou ontem que um candidato pode ter o registro indeferido “de ofício”, sem provocação do Ministério Público, candidatos ou partidos, se não tiver condição de elegibilidade.

“Se não houver impugnação, há resolução do TSE no sentido de que pode haver o exame de ofício. Será um indeferimento de ofício devido à compreensão de que não estão presentes as condições de elegibilidade ou alguma causa de inelegibilidade”, disse Rosa, após tomar posse.

Questionada sobre os prazos para o tribunal analisar o registro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será oficializado hoje, a ministra afirmou que a Justiça Eleitoral tem “prazos e normas”. Lula foi condenado em 2.ª instância e está preso.


“No caso de qualquer candidato à Presidência que venha a encaminhar pedido de registro nós vamos observar estritamente os termos da lei. A lei prevê prazos”, disse a nova presidente do TSE. “Isso haverá de estar encerrado até o limite máximo de 17 de setembro.” Rosa declarou ainda que o tribunal “cumprirá a sua missão com firmeza”.

Colega de Corte Eleitoral de Rosa, o ministro Tarcísio Vieira defendeu ontem uma resposta célere sobre o registro da candidatura de Lula. Indagado pelo Estadão/Broadcast se seria importante uma definição rápida em relação à situação do petista, Vieira respondeu: “Sem dúvida. Em nome da própria celeridade que a eleição exige. O calendário é muito apertado”.

‘Reais concorrentes’

Para a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, “é tarefa da Justiça Eleitoral anunciar ao eleitor, o quanto antes e com segurança jurídica, quem são os reais concorrentes, os que têm capacidade eleitoral passiva e podem ser votados, segundo a lei vigente”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Quarta-feira 15 de agosto, 2018 ás 08:00

14 de agosto de 2018

Rosa Weber toma posse no TSE com missão de comandar eleições

A ministra Rosa Weber tomou posse no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições. Ela é a segunda mulher a presidir o TSE em mais de 70 anos de criação do tribunal. A primeira foi a ministra Cármen Lúcia, em 2012.

O primeiro desafio da ministra será a organização das eleições de outubro, cujo primeiro turno será realizado no dia 7 de outubro. A cerimônia também marcou a posse do novo corregedor da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, que é ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Rosa Weber, que também é ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), já fazia parte do TSE, no cargo de vice-presidente, e sucedeu a Luiz Fux, que concluiu período máximo de dois anos no cargo. O mandato dela irá até agosto de 2020.

A ministra tem 69 anos, nasceu em Porto Alegre e fez carreira como magistrada da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul. Antes de ser nomeada pela então presidente Dilma Rousseff para o STF, em 2011, Rosa Weber ocupava o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

De acordo com advogados ouvidos reservadamente pela Agência Brasil, após a posse, espera-se que o TSE passe a ter uma composição mais rígida em relação ao combate à corrupção eleitoral e à aplicação severa da Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados por órgãos colegiados da Justiça.

Além de Rosa Weber, os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin ocuparão as três vagas destinadas aos membros do STF. Fachin é relator dos processos da Operação Lava Jato, e Barroso preside as investigações envolvendo o Decreto dos Portos.

O TSE é formado por sete ministros: três oriundos do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ), além de dois membros da advocacia.

Nas eleições de outubro, caberá ao tribunal, além de organizar o pleito, deferir os registros de candidatos à Presidência da República e todos os recursos que os envolvem.

Mulheres no Judiciário

Com a posse de Rosa Weber na presidência do TSE, o Brasil terá três mulheres na presidência de tribunais superiores. A Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU) também são comandadas por mulheres.

Rosa Weber assume o TSE no momento em que, no STF, a presidente Cármen Lúcia está prestes a concluir o mandato, que acaba em setembro, quando será substituída pelo ministro Dias Toffoli.

Desde 2016 na presidência do STJ, a ministra Laurita Vaz também termina em breve seu mandato. Dos 33 ministros do STJ, seis são mulheres. Na Procuradoria-Geral da República, está Raquel Dodge, nomeada em 2017, cujo mandato vai até setembro de 2019. À frente da Advocacia-Geral da União está Grace Mendonça, nomeada em 2016. (ABr)


Terça-feira 14 de agosto, 2018 ás 20:44

Marconi amplia intenções de votos e reduz rejeição


Candidato ao Senado pela Coligação Goiás Avança Mais, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) cresceu na preferência do eleitorado e, ao mesmo tempo, reduz seus índices de rejeição.

Segundo a terceira e última rodada da pesquisa Serpes/O Popular, divulgada domingo (12/8), Marconi lidera a corrida, com 15,5%, crescimento de 1,5 ponto porcentual na comparação com o levantamento anterior, em aparecia com 14% das menções.

No quesito rejeição, Marconi foi de 32,1% para 30,2%, queda de quase dois pontos porcentuais no índice, segundo a aferição do Serpes. A queda na rejeição explica o crescimento do ex-governador na preferência dos goianos e o fato de ele ser o primeiro candidato ao Senado a ser citado pelos eleitores.

Separados o primeiro e o segundo votos, Marconi dispara para 22,8%, como a primeira opção do eleitor. Ele também lidera a espontânea, onde aparece com 5,4% dos votos. Nesta eleição estadual, estão em disputa duas das três cadeiras de cada unidade da federação ao Senado.


Terça-feira 14 de agosto, 2018 ás 15:00

13 de agosto de 2018

Criação de um fundo nacional de segurança pública, é uma das propostas de Marconi

Candidato ao Senado pela Coligação Goiás Avança Mais, o ex-governador Marconi Perillo tem entre suas principais propostas a criação de um Fundo Nacional de Segurança Pública que garanta recursos expressivos para o combate à criminalidade no País e assegure a efetiva participação da União nos investimentos para o setor. "O enfrentamento à violência é um desafio nacional, mas os investimentos estão concentrados nos Estados, sem a necessária participação da União", disse o ex-governador neste domingo.

Segundo Marconi, o combate ao crime requer um sistema nacional que reúna e direcione investimentos e políticas públicas e integre as redes de inteligência e execução penal. "Isso é fundamental principalmente no combate às organizações criminosas, especialmente as que atuam no tráfico de drogas e armas, porque elas se movimentam em todo o território nacional e usam diversos pontos de nossas fronteiras para praticar o ilícito", afirma.

Como governador, Marconi se tornou o principal porta-voz da criação do Fundo Nacional de Segurança Pública, chamando a atenção do País para a restrita participação da União nos investimentos, a falta de políticas nacionais para o setor e a vulnerabilidade das fronteiras territoriais brasileiras. O candidato ao Senado defende a aplicação de sanções para os países vizinhos que não atuarem para coibir o tráfico de armas e drogas.

A criação do fundo ganhou corpo com a criação do Consórcio Brasil Central, formado por Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins, Rondônia e Maranhão, presidido por Marconi nos dois primeiros anos após sua fundação. As políticas do bloco para segurança pública acabaram se expandindo para outros Estados, que apoiaram as iniciativas de Marconi.

"Os governadores sentem nos ombros, todos os dias, o desafio de comandar, sozinhos, a segurança. É preciso reunir todos os esforços nesse sentido e isso passa, necessariamente, pela União", afirma o ex-governador, que agora vai levar a discussão em definitivo para o Senado. (TG)


Segunda-feira 13 de agosto, 2018 ás 18:00

Cinco candidaturas a presidente foram registradas no TSE


Cinco partidos registraram até segunda-feira (13/8) candidaturas à Presidência da República. Segundo dados disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o último a pedir registro foi o candidato do PDT, Ciro Gomes, cuja chapa é composta pela senadora Kátia Abreu (PDT-TO) como vice. O PDT disputará a eleição com apoio do Avante.

Esta será a terceira eleição presidencial que Ciro Gomes disputará. O candidato declarou R$ 1,7 milhão em bens, incluindo casa, apartamentos, carros e depósitos em conta corrente e poupança. Já a candidata a vice-presidente declarou um patrimônio de R$ 2,6 milhões.

Também já registraram candidatura: Cabo Daciolo (Patri), Geraldo Alckmin (PSDB, coligado com PTB, PP, PR, DEM, SD, PPS, PRB e PSD), Guilherme Boulos (PSOL e PCB) e Vera Lúcia (PSTU).

Os partidos têm até as 19h desta quarta-feira para protocolar os candidatos e as coligações da corrida presidencial no TSE. Pelo calendário eleitoral, até 17 de setembro, o TSE tem de julgar os pedidos de registro.

O tucano Geraldo Alckmin declarou R$ 1,4 milhão em bens. Na lista estão apartamento, casa, ações, terras, crédito em conta corrente e aplicações em previdência. Na declaração da vice Ana Amélia, no total de R$ 2,5 milhões, constam casa, apartamentos, aplicações em renda fixa, previdência e fundo de curto prazo, crédito em conta corrente e carro.

Boulos disse ter um patrimônio de R$ 15,4 mil de veículo automotor e a vice Sônia Guajajara, R$ 11 mil em conta poupança. Vera Lúcia declarou R$ 20 mil de um terreno e Hertz Dias, R$ 100 mil de um apartamento.

Até o momento, Cabo Daciolo não apresentou declaração de bens, mas a vice Suelene Balduino declarou R$ 202 mil em depósitos em poupança e conta corrente, apartamento e carro. (ABr)


Segunda-feira 13 de agosto, 2018 ás 14:00

Gestão de Dias Toffoli no Supremo vai priorizar a vítima e não mais o preso


Ao contrário da ministra Cármen Lúcia, cuja presidência no Supremo Tribunal Federal (STF) tem sido marcada pela preocupação com a situação carcerária, o futuro presidente, ministro Dias Toffoli, que assumirá em 13 de setembro, ao contrário, vai priorizar iniciativas de proteção e assistência às vítimas da criminalidade. Ele tem confessado em conversas reservadas preocupação com os “humanos direitos” suprimidos violentamente das vítimas e de suas famílias por bandidos.

Dias Toffoli não critica e até aprova as ações da colega Cármen Lúcia em defesa dos presos, mas acha que é hora de olhar para as vítimas.
Foi de Cármen Lúcia a decisão polêmica de obrigar fornecedores do governo a reservar a presidiários 5% de suas vagas de emprego.

Entidades empresariais afirmam que funcionários experientes e qualificados têm sido substituídos por presidiários sem qualificação.

Toffoli pretende fazer diferente, mas até a eleição evitará temas que resultem em aproveitamento político. Polêmicas ficarão para 2019. (DP)


Segunda-feira, 13 de agosto, 2018 ás 11:00

12 de agosto de 2018

Marconi e Lúcia lidera para o senado.


A pesquisa Serpes/O Popular publicada domingo (12/8) mostra o ex-governador Marconi Perillo na liderança para o Senado, com 15,5% das intenções. A senadora Lúcia Vânia ficou na segunda posição, com 14,2%.

O empresário Vanderlan Cardoso (PP), que integra a chapa de Daniel Vilela, é o terceiro colocado, com 10,8%.

O vereador Jorge Kajuru (PRP) só aparece na quarta posição, com 8,4%.

A pesquisa foi feita entre os dias 6 e 10 de agosto e ouviu 801 eleitores.


Domingo, 12 de agosto, 2018 ás 18:00

"A melhor tradução para fake news não é notícia falsa, é notícia fraudulenta"


No fim de março, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luiz Fux, convocou jornalistas para um anúncio importante: com base num estudo da USP que listava os principais divulgadores de fake news, ordenaria a instalação de “procedimento” para que a Polícia Federal descobrisse “que tipo de material essas organizações têm à sua disposição”.

Meses depois, em junho, o ministro Sérgio Banhos, do TSE, atendeu a pedido do Rede e mandou o Facebook retirar do ar posts que relacionavam a ex-senadora Marina Silva, candidata a presidente pela legenda, à operação “lava jato”. De acordo com a decisão, a postagem partiu de um perfil dedicado a divulgar fake news para prejudicar a candidata.

Dois bons exemplos de como é pantanoso o terreno das fake news. Especialmente quando o sistema de Justiça se encontra com o noticiário.

Quando falou no estudo da USP, Fux disse que ele fora produzido pelo Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da universidade. Menos de uma semana depois do anúncio, os responsáveis pelo “estudo” publicaram artigo na Folha de S.Paulo explicando que não era nada daquilo: eles coordenam um grupo sobre debate político na internet e, um ano antes, um dos membros do grupo divulgara uma lista de sites que não dão as fontes de suas informações. Seria, na visão da pessoa que fez a lista, um indicativo de fake news. Mas não era um ranking, muito menos um levantamento formal.

A decisão de Sérgio Banhos mandou o Facebook apagar os posts sobre Marina Silva porque eles não passavam de fake news. Mas quem clicasse nos links divulgados na rede social veria que eles remetiam a notícia da Folha. Não eram falsas, só não foram confirmadas: o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, dissera em delação premiada que sua empresa financiou a campanha da ex-senadora à Presidência da República em 2014, mas ela não gostava de falar no assunto.

São episódios que mostram por que o Judiciário deve agir com parcimônia nesse campo. Para o advogado Diogo Rais, professor de Direito Eleitoral do Mackenzie e da FGV-SP e pesquisador de Direito e tecnologia, o primeiro passo deve ser de definições. A começar pela tradução. Fake news não são notícias falsas, diz ele. São notícias fraudulentas, sabidamente mentirosas, mas produzidas com a intenção de provocar algum dano.

Em entrevista à ConJur, ele explica que “são necessários três elementos fundamentais para identificar fake news como objeto do Direito: falsidade, dolo e dano”. A discussão sobre a veracidade de uma informação, especialmente se publicada por um veículo de comunicação, não cabe ao Judiciário. “A mentira, nesse contexto, parece ser mais objeto da Ética que do Direito.”

***** Diogo Rais é doutor em Direito Constitucional pela PUC-SP, coordenador do Observatório da Lei Eleitoral da FGV-SP e fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep).


Domingo, 12 de agosto, 2018 ás 00:05

10 de agosto de 2018

Aleandra Sousa é a segunda suplente na chapa de Marconi Perillo

Aleandra Sousa & Marconi 
Não foi apenas o prefeito Hildo do Candango (PTB), em seu segundo mandato, que mudou a forma como Goiás e o Brasil veem Águas Lindas: a primeira-dama Aleandra Sousa, também petebista, tem muita responsabilidade na onda de modernidade que melhorou a gestão do município, como resultado da parceria com o Governo de Goiás. Agora, Aleandra entra para a Coligação Goiás Avança Mais na segunda suplência da candidatura do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) para o Senado.

É a terceira mulher a integrar a chapa do governador José Eliton (PSDB), que tem ainda a ex-secretária de Educação e ex-deputada federal por dois mandatos Raquel Teixeira na posição de vice-governadora e a senadora Lúcia Vânia (PSB) candidata à reeleição. São três mulheres, diante de nenhuma representante feminina nas chapas de Ronaldo Caiado (DEM) e Daniel Vilela (MDB).

“Aleandra é madrugadora, trabalhadora, dedicada ao trabalho, especialmente dos mais humildes. É mais uma mulher guerreira a integrar a nossa coligação, marcada pela pluralidade e por propostas inclusivas em todas as áreas”, disse Marconi. “Ela vai contribuir ainda mais com Águas Lindas, com o Entorno de Brasília, com Goiás e com o Brasil no Senado Federal”, afirmou o ex-governador.


Sexta-feira, 10 de agosto, 2018 ás 18:00

Em debate presidencial, candidatos evitam confrontos


No primeiro debate da disputa pela Presidência da República, promovido na noite desta quinta-feira pela TV Band, os candidatos evitaram, na maior parte do tempo, o confronto direto. O encontro entre os presidenciáveis, que durou cerca de 3 horas, transcorreu em temperatura morna. A expectativa de que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, fosse o principal alvo de questionamentos dos adversários não se confirmou. Dono da maior coalizão partidária, o tucano Geraldo Alckmin enfrentou provocações dos rivais.

Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo preso e condenado na Lava Jato, Lula foi oficializado como candidato do PT  no fim de semana passado. A defesa do petista tentou garantir sua presença no debate, mas os pedidos foram negados pela Justiça.

Além de Bolsonaro e Alckmin, participaram do evento Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Alvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patriota).

Com um discurso mais técnico, o candidato do PSDB procurou, em suas falas, citar dados de suas gestões em São Paulo, enquanto adversários tentaram associá-lo ao governo Michel Temer. Foi confrontado por medidas econômicas da gestão emedebista e sobre a aliança do Centrão. Marina Silva criticou a aliança do PSDB com o bloco partidário, que integra a base do Palácio do Planalto. A ex-ministra disse que o governo é responsável pelas “mazelas e tem assaltado o povo”. “Isso é fazer mudança?”, questionou ela ao tucano.

Alckmin afirmou que, para sair do “marasmo”, é preciso aprovar reformas e que isso depende de uma “maioria” no Congresso. “Alianças são por tempo de TV, para se manter no poder. É a governabilidade com base no exercício puro e simples do poder”, disse Marina. “Política é um caminho para mudanças e alianças são necessárias para implementar mudanças”, respondeu o tucano.

Ciro e Alckmin divergiram em relação à reforma trabalhista, aprovada em 2017.

O candidato do PDT perguntou ao tucano se ele iria manter a reforma trabalhista, que, na avaliação do ex-ministro, introduziu insegurança jurídica e é uma “aberração”.

Alckmin defendeu a reforma, que ele classificou como “avanço”. “Mantenho a posição, reforma trabalhista vai estimular mais emprego”, afirmou.

O Bolsa Família, marca de gestões petistas, foi elogiado por Meirelles e por Alckmin, que prometeram aprimorar o programa de distribuição de renda. O tucano aproveitou o tema para dizer que vai investir na área social, principalmente no Nordeste, levando “água ao semiárido”.

O ex-ministro da Fazenda questionou o tucano ao dizer que o PSDB chamou o Bolsa Família de “Bolsa Esmola” e que o DEM, partido do Centrão que apoia Alckmin, afirmou que o programa “escraviza as pessoas”. O tucano afirmou que vai ampliar o programa com dinheiro do “Bolsa Banqueiro”

O debate foi aberto com uma questão única para todos os candidatos: como combater o desemprego. Alvaro Dias gastou o tempo concedido se apresentando aos telespectadores e foi interrompido quando citava novamente a sua intenção de, se eleito, convidar o juiz federal Sérgio Moro para o Ministério da Justiça.

Na rodada de perguntas entre os candidatos, o momento mais quente ocorreu quando Boulos começou perguntando para Bolsonaro, a quem chamou de “machista”, “racista” e “homofóbico”. O líder o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) questionou o deputado sobre uma suposta funcionária fantasma mantida por Bolsonaro em Angra dos Reis. “Quem é a Wal”, disse Boulos. Bolsonaro afirmou que ela é uma funcionária em situação legal e retrucou: “Pensei que fosse discutir política.”

O candidato do PSL questionou uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre a funcionária. “Eles foram lá e não acharam nada.” Na tréplica, Boulos afirmou: “Wal é funcionária fantasma, que cuida dos cachorros do Bolsonaro em Angra dos reis. Wal é vítima. Bolsonaro é a velha política corrupta. O senhor não tem vergonha?”, questionou Boulos. “Teria vergonha se invadisse casa dos outros”, respondeu o deputado.

O tema “mulheres” foi citado por Alvaro Dias, que fez uma pergunta a Bolsonaro. Dias falou sobre a questão da diferença de salário entre homens e mulheres e da violência contra a mulher. Segundo Bolsonaro, a questão da misoginia foi um “rótulo que botaram” na minha conta”. Disse que valoriza as mulheres e que, em breve, os homens é que vão querer ganhar igual às mulheres. Citou ainda seu projeto de castração química de estupradores que quiserem reduzir suas penas. “Mas as mulheres de esquerda são contra.”

(Estadão Conteúdo)


Sexta-feira, 10 de agosto, 2018 ás 00:05

9 de agosto de 2018

Eleição presidencial tem primeiro debate na TV hoje; veja como assistir


Candidatos à Presidência Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Ciro Gomes (PDT) (Moreira Mariz/Agência Senado/Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados/Marcos Oliveira/Agência Senado/Paulo Vitale/VEJA/Cristiano Mariz/VEJA/Nelson Almeida/AFP/Paulo Whitaker/Reuters/Mário Miranda/Amcham/Divulgação)


O
primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2018 acontece nesta quinta-feira, às 22h, na TV Bandeirantes. Vão participar os candidatos de todos os partidos com representação na Câmara dos Deputados: Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Ciro Gomes (PDT). A mediação será feita pelo jornalista Ricardo Boechat.

Como vai ser

O debate tem previsão para durar três horas. No primeiro bloco, cada candidato responderá a uma pergunta feita pelos leitores do Jornal Metro. Em sequência, os presidenciáveis trocarão questões, com cada um podendo ser escolhido até três vezes. A ordem foi definida por sorteio e o primeiro a escolher será Guilherme Boulos.

O segundo bloco terá perguntas dos jornalistas da Band. Os profissionais da emissora também escolherão qual candidato irá replicar a resposta do concorrente, que ainda terá direito a uma tréplica. O terceiro e o quarto bloco repetirão o esquema do primeiro e do segundo, respectivamente. O quinto e último bloco será reservado para as considerações finais. (VEJA)


Quinta-feira, 09 de agosto, 2018 ás 18:00

Prioridades

AleandraSousa 
Muitos usam a política para benefício próprio, para a busca dos seus próprios interesses, as suas

Prioridades são egoístas, usando assim os sonhos, desejos e até o sofrimento do povo como

Trampolim para o seu próprio sucesso.

Nesses anos ao lado do meu esposo na vida pública, acompanhamos de perto a luta e batalha dos

Moradores da nossa querida Águas Lindas, e juntos, entramos nessa batalha em busca de dias melhores para a nossa comunidade.

E essa luta não para, como citei acima, prioridade é um dos pilares de definição de quem realmente ama e está disposto a servir a população, e essa é a nossa prioridade.

A minha prioridade, sempre foi e sempre será, servir a população de Águas Lindas e juntamente com ela alcançar dias melhores.

Águas Lindas não pode ser usada para fins egoístas, tem que ser amada e cuidada por quem conhece de fato a sua realidade.



Quinta-feira, 09 de agosto, 2018 ás 10:00

8 de agosto de 2018

Cerca de 40% dos sites brasileiros não têm certificado de segurança


Cerca de 40% dos sites brasileiros ainda não usam protocolo de segurança chamado de SSL (Secure Socket Layer), segundo pesquisa da empresa BigDataCorp. A ausência desse recurso torna as páginas vulneráveis a ataques de hackers e outras formas de invasões, além de prejudicar os sites em mecanismos de busca, como no caso do Google. O levantamento foi realizado pela empresa de tecnologia a pedido da companhia de serviços no ramo de crédito Serasa Experian.

O SSL é um protocolo de segurança que permite uma conexão segura usando criptografia entre o servidor onde são armazenados os dados e o seu tráfego. Isso garante um acesso seguro. A adoção deste protocolo é registrada na identificação das páginas, com o acréscimo do “s” às letras “http”, apresentada antes do endereço de um site, e uma sinalização, com a imagem de um cadeado.

Os sites que não usam o protocolo SSL deixam os dados acessados por usuários expostos. Além disso, podem ser identificados como sites sem requisitos de segurança necessários. É o caso do Google, que sinaliza as páginas com SSL com um cadeado e classificam aquelas sem o recurso como sites não seguros.

Segundo a pesquisa, apesar do percentual alto, ele é menor do que o registrado na edição anterior, em 2016, quando mais de 60% dos sites não tinham certificados que atestavam o uso do protocolo. Mas, na comparação com a média mundial, o Brasil está bem atrás. A média global de sites sem SSL é de 8,57%.

Comércio eletrônico

Os sites de comércio eletrônico são os que mais utilizam o protocolo SSL (78,77%). Contudo, a existência de 21,23% de sites sem esse recurso de segurança é importante, uma vez que essas páginas fazem transações com dados importantes de compradores, como informações bancárias.

Também registram alto índice de adoção do SSL os blogs (80,9%), as páginas de empresas (73,5%) e os portais de notícia (60,26%). Os sites de governo ainda possuem baixa implantação do protocolo (39%). Esse percentual próximo aos 40% se mantém também nas páginas grandes, com mais de 500 mil visitas mensais (37%).

Atenção

O usuário deve ficar atento para verificar se um site utiliza esse protocolo por meio do “s” junto ao “http” e pela sinalização do cadeado. Uma dica dos especialistas é, em caso de visita a uma página não segura, evitar deixar qualquer dado. É por meio dessas falhas que pessoas podem clonar informações e cometer todo tipo de fraude, como compras usando dados do cartão de crédito. (ABr)


Quarta-feira, 08 de agosto, 2018 ás 19:00

Governo de Goiás começa a pagar quarta-feira (8/8) quem ganha acima de r$ 3,5 mil


Por determinação do Governo do Estado, a Secretaria da Fazenda antecipa para esta quarta-feira (08) o início do pagamento da folha salarial para os servidores com rendimentos acima de R$ 3,5 mil (líquidos). Dessa forma, a partir de amanhã serão creditados os vencimentos do funcionalismo público do Executivo, que receberia no dia 10 deste mês, antecipando o cronograma.

O crédito em conta começará pelos seguintes órgãos: aqueles ligados à Segurança Pública, à Saúde, Governadoria, Vice Governadoria, Casa Civil e Secretaria de Governo, Cidadã, de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, do Trabalho, Infraestrutura e Cidades e de Desenvolvimento Econômico. Também receberão nesta quarta-feira, os servidores das autarquias UEG, Prodago, Ipasgo, Juceg, Detran, Emater, Goiás Turismo, ABC, AGR, Goiás Previdência, Controladoria, Agrodefesa, Funcam, Fapeg.

O cronograma de pagamento para os que recebem vencimentos inferiores a R$ 3,5 mil líquidos já foi cumprido, quando 70,9% dos servidores receberam seus salários no dia 30 de julho.


Quarta-feira, 08 de agosto, 2018 ás 11:00