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18 de março de 2019

Sandro Mabel diz que enquanto outros Estados atraem empresas, Goiás afugenta


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, afirma que enquanto todos os Estados aproveitam esse início de guinada na Economia para atrair indústrias, Goiás as afugenta. O comentário do empresário e ex-deputado ainda repercute acerca da instalação das CPIs da Enel e dos Incentivos Fiscais.

Conforme Sandro, essas medidas afastam os empresários do Estado e, daqui a algum tempo, não haverá mais emprego. “Então teremos que levar nossos filhos para trabalhar em outros Estados”, lamenta ao dizer que as indústrias podem não mais vir para Goiás, a fim de gerar emprego e investir. Questionado sobre as falas do deputado estadual Humberto Aidar, o presidente da Fieg preferiu não comentar. (Com o Jornal Opção)

Segunda-feira, 18 de março, 2019 ás 19:57


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Fux nega que haja crise institucional entre STF e MP


O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse hoje (18) que não há nenhuma crise institucional entre o Ministério Público e o STF. "MP e STF sempre se relacionaram bem e isso continuará", disse Fux, antes de evento na Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Sobre a questão do Caixa 2, segundo ele, o destino da ação penal, se irá para a Justiça Federal ou Eleitoral, continua sendo prerrogativa do MP.

"No momento da denúncia, o Ministério Público termina de enquadrar as condutas [criminosas]. É nesse momento que você verifica para que Justiça vai. Se oferecer a denúncia por crime eleitoral vai para a Justiça Eleitoral. Se for por crime federal vai para a Justiça Federal. O Caixa 2, por exemplo, depende da origem do dinheiro. Se você aplica na Justiça Eleitoral um dinheiro ilícito, você está lavando dinheiro", disse Fux. (ABr)


(!!!) Depois dessa só uma grande gargalhada

Segunda-feira, 18 de março, 2019 ás 10:04

16 de março de 2019

Procuradores fazem ato de desagravo à força-tarefa da Lava Jato


Procuradores da República promoveram Sábado (16/03), em Curitiba (Paraná), um ato de desagravo à força-tarefa da Operação Lava Jato. A manifestação é uma reação às críticas feitas ao Ministério Público Federal e também à Procuradoria-Geral da República, que é contra o acordo para reverter a maior parte da multa paga pela Petrobras nos Estados Unidos para uma fundação no Brasil.

O protesto ocorreu na véspera de a Operação Lava Jato completar cinco anos e no dia seguinte à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que define que ações relativas a crimes comuns, como corrupção e lavagem de dinheiro, e que tiverem relação também com crime eleitoral de caixa 2 devem ser remetidos à Justiça Eleitoral.
“Com a suspensão do acordo, existe um risco de que esse dinheiro tenha que ser pago, pela Petrobras, aos Estados Unidos. Se não houver um acordo que legitime a permanência desse dinheiro no Brasil, ele terá que ser entregue às autoridades norte-americanas”, disse o procurador da República Deltan Dallagnol. “Faremos todos os esforços para que os recursos permaneçam no Brasil.”

Segundo Dallagnol, a negociação foi comunicada à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que é contrária à proposta de criação de uma fundação para administrar os recursos.

“O dinheiro não precisa ir para a fundação”, afirmou. “Nossa preocupação não é para onde o dinheiro será destinado. Estamos abertos a negociações. Respeitamos a decisão do STF, mas acreditamos que as informações não chegaram completas à Corte.”

Dallagnol reiterou as pressões contra a Lava Jato nos últimos dias. “Nunca houve tanta pressão exercida sobre a Lava Jato e às nossas atividades quanto na última semana. Quem nos pressionou pode ter acreditado que isso nos desestimularia, mas, pelo contrário, isso nos uniu.” (ABr)

Sábado, 16 de março, 2019 ás 19:55