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11 de novembro de 2015

PREFEITURA PROMOVE CAPACITAÇÃO PARA FISCAIS EM ÁGUAS LINDAS




A Prefeitura de Águas Lindas de Goiás promove terça-feira e quarta-feira (10 e 11) o curso de capacitação aos fiscais de postura, meio-ambiente, feiras, Vigilância Sanitária, Obras e Urbanismo, Fazenda e Gestores da Administração, Servidores Municipais da área de Posturas, Defesa Civil, entre outros. O curso terá continuidade quarta-feira com encerramento às 17h.
O curso acontece no auditório do Centro de Artes e Esporte Unificado (CEU), com duração de 16horas/aulas, ministrado pelo professor, consultor municipal Roberto Odolfo Tauli, Ao final os participantes receberão certificado de conclusão do curso.
Hildo do Candango participou da abertura do evento, acompanhado do secretário de Finanças Aderson Teixeira. O prefeito desejou sucesso aos participantes e destacou a importância desta qualificação para o bom desempenho das funções públicas no município.
Entre os temas abordados no curso estão: A definição de Poder de Polícia, a diferença entre Polícia Administrativa e Polícia Judiciária; a supremacia do interesse coletivo; o disciplinamento das atividades privadas, o Poder-Dever da atuação Estatal, Alvará de Funcionamento, Licença de Propaganda e Publicidade, Apreensão de materiais e mercadorias, Alvará de Construção, Licença do Habite-se, Embargo e Interdição de Obras, Uso da área Pública, Permissão e Autorização, Taxa, Tarifa e Preço Público.
Da Assessoria de Comunicação da Prefeitura
Fotos: ASCOM
Quarta-feira, 11 de novembro, 2015


9 de novembro de 2015

A ELEIÇÃO DO IMPREVISÍVEL




Ninguém duvida de que Lula e Aécio estão na disputa, apesar de pequenos condicionantes: o senador, se não for atropelado por Geraldo Alckmin ou José Serra, hipóteses remotas mas possíveis. E o ex-presidente, se chegar a 2018 às voltas com processos sobre tráfico de influência e enriquecimento ilícito. Nesse caso, como figuração, que nome o PT apresentaria?  Quem quiser que arrisque, mas apenas como exercício de imaginação.  Fica difícil imaginar os companheiros com outro candidato senão o Lula, e os tucanos sem Aécio. 

Estaria a sucessão presidencial limitada aos dois pretendentes? Nem pensar. Em condições de normalidade institucional, política e econômica, talvez. Jamais do jeito que as coisas vão, com o país em crise e exposto a todo tipo de surpresas.

Sendo assim, haverá que abrir o leque. Dentro da ortodoxia partidária, surgem outros nomes.  Para começar, Michel Temer, já que o PMDB não pode ser afastado, maior até do que o PT e o PSDB. Mas na legenda disposta a concorrer com nome próprio, por que não Roberto Requião, alternativa para contrabalançar a timidez do atual vice-presidente?  Outra possibilidade será o empresário e presidente da FIESP, Paulo Skaff, trabalhando em silêncio.

Correndo por fora, ainda dentro das cogitações partidárias, surgem Marina Silva, da Rede, e Ciro Gomes, do PDT. Ambos com densidade eleitoral e anterior presença na corrida pelo palácio do Planalto. Aprenderam com as derrotas passadas.

Só isso? Claro que não. Abrem-se, nas especulações dessa futura sucessão misteriosa, opções à margem dos raciocínios lineares. O eleitorado encontra-se e mais se encontrará disposto a manifestar-se fora das rotineiras previsões.  Caso surgisse a candidatura de Joaquim Barbosa, mesmo por um partido frágil, empolgaria. Ainda mais se trouxesse Sergio Moro como vice.

Sempre haverá que considerar o aparecimento de alguém até agora desconhecido. Certamente nenhum dos governadores estaduais, todos na baixa, mas daqui a três anos, quem sabe? Fala-se no prefeito do Rio, Eduardo Paes, caso consiga tornar-se figura nacional. Marta Suplicy sonha eleger-se para a prefeitura de São Paulo e dali armar o trampolim para Brasília.

Nem precisam ser referidos os aventureiros de todas as eleições, aqueles em busca de quinze minutos de exposição, que certamente se apresentarão.  Em suma, o imprevisível parece bater à porta, numa eleição capaz de prender as atenções gerais mais do que qualquer outra recente.

Carlos Chagas

Segunda-feira, 09 de novembro, 2015

7 de novembro de 2015

TUCANOS CONTESTAM ESCOLHA DE RELATORA NO TSE




O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), líder tucano no Senado e um dos principais aliados do senador Aécio Neves (PSDB-MG), contestou, sábado(07), a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral, de escolher a ministra Maria Tereza Moura, e não Gilmar Mendes, como relatora da ação que pede a cassação de Dilma Rousseff e Michel Temer na corte.

"A decisão é atípica e incomum", disse ele, prevendo que, mesmo com Maria Tereza, o resultado será a cassação de Dilma.

"Tenho certeza de que a Corte Eleitoral saberá preservar a norma, que vale para todos, e fortalecer a democracia, combatendo eleições viciadas pelo abuso de poder e corrupção", afirmou.

Leia, abaixo, sua nota:

Salvar Dilma significa enfraquecer a República

A decisão é atípica e incomum. A ministra Maria Thereza foi vencida. Não é praxe o vencido ser relator. A própria ministra fez declaração neste sentido. Não há nenhuma desconfiança na autonomia, independência e imparcialidade da ministra, que tem o nosso respeito, mas, reconheçamos que é algo estranho e inusual.

Porém, o resultado será o mesmo, independentemente de quem seja o relator: a cassação de Dilma. As provas são robustas e cabais.  Nossa legislação eleitoral é muito dura e pune esses abusos praticados com a perda de mandato.

Tenho certeza de que a Corte Eleitoral saberá preservar a norma, que vale para todos, e fortalecer a democracia, combatendo eleições viciadas pelo abuso de poder e corrupção. 

Porque, em resumo, há dois caminhos: ou preservam-se a lei, a Justiça Eleitoral e a própria República ou se fará um gigantesco esforço para salvar Dilma dos crimes praticados. Salvar Dilma, sem sombra de dúvida, significa enfraquecer a República.

Senador Cássio Cunha Lima

Líder do PSDB no Senado
Sábado, 07 de novembro, 2015