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4 de setembro de 2016

METADE DOS CANDIDATOS AINDA NÃO RECEBEU DOAÇÕES ESTE ANO



Proibição de doação de empresas derruba receita dos candidatos

A um mês da eleição municipal de 3 de outubro, mais da metade dos candidatos ainda não conseguiram um único centavo em doações para sua campanha: 51% dos 16.349 políticos que disputam as 5.568 prefeituras do País estão nessa condição. Os 49% dos candidatos restantes arrecadaram um total de R$248 milhões, 46% a menos da receita obtida na campanha de 2012.

Além dos 8.269 candidatos que declararam ter receita zero até a sexta-feira, outros 3.901 (24% do total) registraram arrecadação inferior a R$ 10 mil, segundo informações da Agência Estado. A avaliação geral é que a queda na arrecadação decorre da proibição de doações de empresas. É a primeira campanha sob a nova legislação, que também prevê campanha mais curta e, por isso, um pouco mais baratas.

Maior beneficiário de doações de empresas, o PT agora orienta seus candidatos a driblar a falta de recursos com a produção de propaganda para internet e programas de TV usando telefone celular, cartolina, pincel atômico e placas de isopor.

Sem dinheiro, os candidatos recorrem às próprias economias. Esses casos totalizam R$ 106 milhões, 43% do total arrecadado. Apenas 8% dos candidatos respondem por 51% da receita com recursos próprios. É caso do candidato empresário Vittorio Medioli (PHS), o segundo candidato mais rico do Brasil, que já gastou do próprio bolso R$ 1,5 milhão em sua campanha para prefeito de Betim (MG). Ele declarou à Justiça Eleitoral ter patrimônio de R$ 352,5 milhões.

Dono do quinto maior patrimônio do País, o tucano João Doria, que concorre à Prefeitura de São Paulo, já gastou R$ 834 mil em recursos próprios. (A/E)
Domingo, 04 de setembro, 2016

ROBERTO AZEVEDO APOSTA NA RECUPERAÇÃO CONFIANÇA NO BRASIL

O presidente Michel Temer teve apenas um encontro oficial na agenda neste sábado, na China, com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, o brasileiro Roberto Azevedo, com vistas a estreitar a ligação da OMC com o Brasil.

Após a reunião, Azevedo afirmou que foi percebido um aumento na confiança na economia brasileira após a confirmação do impeachment da ex-presidnte Dilma. “A estabilidade política irá retornar após o afastamento pelo Senado de Dilma Rousseff, contando com a eficiência que Michel Temer tem demonstrado como presidente”, disse o diretor da OMC a uma agência chinesa de notícias; “É o momento de trazer de volta o crescimento com as medidas sendo adotadas pelo governo brasileiro”.

Segundo Azevedo, “os números têm demonstrado que o mercado está reagindo de maneira favorável, com o crescimento das expectativas como exemplo”.

As autoridades e empresários brasileiros trataram de tarifas agropecuárias, regulações sanitárias e iniciativas de e-commerce, entre alguns do assuntos mais importantes. (A/E)
Domingo, 04 de setembro, 2016

PAÍSES DO BRICS APELAM PELA LUTA CONTRA DESAFIOS GLOBAIS

 
Em comunicado conjunto divulgado domingo (4/9), países do Brics – bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – anunciaram que vão reforçar sua cooperação e apelaram à comunidade internacional a lutar contra os desafios globais.

Ao final de encontro informal realizado no âmbito da Cúpula do G20 – grupo das 20 maiores economias do planeta –, líderes do bloco concordaram que, apesar de a economia mundial e a de seus países enfrentarem novos desafios, há perspectiva e força motriz para o crescimento.

“Os líderes dos Brics sublinharam que os países do grupo devem, com base nos princípios de transparência, solidariedade, igualdade, compreensão, tolerância e cooperação, continuar a fortalecer a parceria estratégica entre os membros do bloco”, afirma o texto.

Após a reunião em Hangzhou, na China, o Brics confirmou o compromisso de fortalecer o diálogo e a cooperação com outras nações em desenvolvimento e outros mercados. O grupo observou ainda que a recuperação da economia global continua desigual e que é preciso que o G20 reforce a coordenação da política macroeconômica.

Os líderes do bloco também pediram a países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) que contribuam para a adoção de um acordo sobre a promoção do comércio internacional.

Ainda por meio do comunicado conjunto, o Brics condenou fortemente atos terroristas praticados em todo o mundo e apelaram à Organização das Nações Unidas (ONU) e à comunidade internacional para que desempenhem papel fundamental na luta contra o terrorismo.

*Com informações da Sputnik Brasil.

Domingo, 04 de setembro, 2016

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