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15 de setembro de 2016

MPF: LULA É O COMANDANTE MÁXIMO DA CORRUPÇÃO INVESTIGADA PELA LAVA JATO




O procurador da República Deltan Dallagnol detalhou a denúncia contra o ex-presidente Lula e afirmou que o petista é o "comandante máximo do esquema de corrupção investigado pela Lava Jato". De acordo com o comandante da força-tarefa da Lava Jato, Lula chefiou uma verdadeira "propinocracia", sistema de governo baseado na divisão de propina para manter controle do Congresso.

Dallagnol explicou que o esquema funcionou de 2006 a 2016 com um total de R$ 87 milhões desviados por meio de contratos superfaturados ou fictícios e R$ 3,7 milhões relacionados à lavagem de dinheiro. No caso da lavagem de dinheiro o valor corresponde ao total de "valores indevidos" remetidos ao ex-presidente por meio da compra e reforma do tríplex no edifício 

Solaris, no Guarujá-SP, pela OAS.

Para o Ministério Público Federal (MPF), assim que chegou ao poder, o governo Lula se empenhou em atingir a "governabilidade corrompida" por meio de pagamento de propina, a "perpetuação criminosa no poder" e o "enriquecimento ilícito" utilizando não apenas a Petrobras, mas a Eletrobrás, os ministérios do Planejamento e da Saúde, além da Caixa e outros órgãos.

Apesar do esquema classificado como "sofisticado e difuso" a Petrobras era tida como a "galinha dos ovos de ouro" para o governo Lula. Segundo a denúncia, o ex-presidente incumbiu diretores e gerentes, entre eles Nestor Cerveró, Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Pedro Barusco, de garantir as propinas milionárias junto às empreiteiras vencedoras de contratos com a estatal. (A/E)

Quinta-feira, 15 de setembro, 2016

EM MOMENTO ALGUM DALLAGNOL DISSE NÃO TER PROVAS CONTRA LULA
 
Em nenhum momento da apresentação das denúncias contra o ex-presidente Lula e demais envolvidos, o procurador da República Deltan Dallagnol proferiu a frase "não temos provas, temos convicção" espalhada na internet pelos defensores do petista. A confusão foi criada propositalmente para reforçar o discurso político de Lula cobrando a apresentação das provas.

Durante a apresentação, Dallganol explicou, em bom português, que "provas são pedaços da realidade, que geram convicção sobre um determinado fato ou hipótese". Além disso, o procurador salientou que todas as "provas analisadas" fucionam como peças de um quebra-cabeça, permitindo "formar seguramente a figura de Lula no comando do esquema criminoso identificado na Lava Jato".

Outro alvo foi o procurador Henrique Pozzobon, que, ao mencionar não ter "provas cabais", deixou claro ser caracaterística dos crimes de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro para tentar manter a aparente licitude.

"Não teremos aqui provas cabais de que Lula é o efetivo proprietário no papel do apartamento, pois justamente o fato de ele não figurar como proprietário do tríplex, da cobertura em Guarujá é uma forma de ocultação, dissimulação da verdadeira propriedade", disse Pozzobon. (A/E)
Quinta-feira, 15 de setembro, 2016

CAIXA LIDERA RANKING DE RECLAMAÇÕES ENTRE OS MAIORES BANCOS DO PAÍS