Uma
força tarefa de procuradores vai apurar as causas e as responsabilidades do
rompimento de barragem na Mina do Córrego do Feijão, explorada pela mineradora
Vale, em Brumadinho (MG). A determinação é da procuradora-geral da República,
Raquel Dodge.
A
procuradora esteve sábado (26/01) na região e encontrou com familiares e
autoridades que atuam no socorro das vítimas do rompimento e investigam os
danos causados pela mineradora.
Dodge
defendeu alteração dos protocolos científicos que atestam a segurança das
barragens onde são depositados os rejeitos da mineração. “É preciso aprimorar
esses protocolos científicos porque eles têm falhado. Minas Gerais tem quase
700 barragens que estão classificadas em razão do risco de rompimento e é
preciso garantir que esse risco seja realmente baixo e que essas informações
sejam confiáveis. ”
A
Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal
divulgou nota para repetir o alerta feito há três anos, à época do acidente em
Mariana (MG), sobre “o grave risco existente em inúmeras barragens do país,
tanto em virtude da falta de gestão adequada quanto também de fiscalização eficiente.
” (ABr)
Domingo,
27 de janeiro, 2019 ás 00:05
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