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18 de novembro de 2013

CONTRA O STF BOLIVARIANO, UM EXECUTIVO REPUBLICANO.



Joaquim Barbosa, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, sairá da presidência da Corte em março de 2014. Assumirá o cargo o ministro Ricardo Lewandowski. Sim, o indicado de Lula, que funcionou muito mais como advogado dos mensaleiros do que como ministro no julgamento do Mensalão. Não deu um único voto decisivo contra os criminosos petistas.

Dizem que Lewandowski entra por uma porta e Joaquim Barbosa sai por outra. O atual presidente tem diferenças inconciliáveis com o ministro mais próximo de Lula e do PT. O acusou, entre outras coisas, de promover chicanas durante o julgamento do Mensalão. Assim, Barbosa pediria aposentadoria e abriria uma vaga para indicação de Dilma. De Dilma não. De Lula.

Os petistas arrependem-se amargamente das indicações feitas para o STF. Inclusive a do primeiro negro, feita por Lula, para ganhar popularidade e para ter em troca a fidelidade de um escravo. Não levou. O negro Joaquim Barbosa não aceitou o pelourinho de Lula e do PT. E nem poderia, pois só uma mente doente como a de Lula poderia engendrar tal objetivo. Hoje o ministro é vítima de sórdidos ataques racistas feitos pela militância de esquerda nas redes sociais. Até mesmo por artistas e jornalistas a soldo.

Sai Joaquim e entra quem? O PT, na sua falta de ética e de vergonha na cara, não vai errar de novo. Vai indicar um militante ainda mais comprometido do que José Antônio Dias Toffoli, ex-assessor de José Dirceu, um sem currículo, a não ser, claro, o de afilhado do chefe da quadrilha do Mensalão. Há vários possíveis candidatos. Um deles, por exemplo, é o atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Já pensaram?

A verdade é que a maioria contra os desmandos petistas, que por vezes ainda pulsa no STF, acabará de vez. Teremos um STF bolivariano. Com a futura aposentadoria de Celso de Mello, em novembro de 2015, o governo petista, se reeleito em 2014, dominará completamente a Suprema Corte. E o Brasil mergulhará no caos jurídico, com ameaças diárias ao Estado de Direito.

Dizem que Joaquim Barbosa sai em março para ser candidato presidencial. Não deveria. Ainda não. Não tem traquejo, nem apoio para um voo solo. E não há partido disponível que combine com a sua independência e a sua consciência. Mas há algumas saídas.

Uma delas é que, entendendo o risco institucional que o Brasil corre, Joaquim Barbosa aceite ser o vice de Aécio Neves, pavimentando a sua própria candidatura para 2018. Se a eleição for vencida pelo PSDB, pelo menos teremos equilíbrio. Um Executivo republicano defendendo o país de um STF bolivariano. Porque os dois Poderes nas mãos do PT não há Constituição Federal que resista.

 
Segunda-feira, 18 de novembro de 2013

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